Perfil dos alunos do curso de Direito: conheça as características: mulher estudando em biblioteca

Como é o perfil dos alunos do curso de Direito? Conheça as características e as competências

De acordo com um balanço realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o curso de Direito, em 2019, ocupou o 1º lugar em número de matrículas. O censo calculou que 831.350 novos estudantes se inscreveram para cursar a graduação. 

Desse modo, considerando o elevado interesse pela área, é possível perceber que as instituições de educação superior (IES) devem investir na captação de alunos para o curso de Direito. 

Para tanto, torna-se necessário entender qual é o perfil dos alunos do curso de Direito, quais são as características desses estudantes e quais as competências necessárias para garantir a empregabilidade dos concluintes

Pensando nisso, preparamos este artigo para apresentar quais são as características desejáveis em um profissional do Direito e como a IES deve trabalhar na capacitação dos discentes. Confira! 

Quais são as características desejáveis em um profissional de Direito?

A partir da década de 1990 e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96), o Brasil passa por um expressivo crescimento de criação e oferta de vagas em cursos de ensino superior. Assim, o número de alunos matriculados e concluintes nos cursos de Direito cresceu de forma significativa. 

Para se ter uma ideia, até o ano de 1982 o Brasil possuía apenas 130 instituições que ofertavam o curso de Direito. Em 1995 esse número subiu para 235 (quase dobrou) e em 2017 chegou ao expressivo marco de 1.203 cursos. Hoje, o Brasil se tornou o país com maior número de faculdades de Direito do mundo. 

Entre as principais mudanças trazidas por esse crescimento no cenário do Direito, têm-se um grande número de concluintes e advogados que precisam disputar uma colocação no mercado de trabalho. 

Assim, é importante que a IES se preocupe em desenvolver habilidades e competências necessárias em um profissional de Direito. Vejamos as principais entre elas: 

1. Comunicação e oratória 

Um bom profissional da área jurídica deve ser capaz de se expressar de forma clara e fundamentada. Assim, trabalhar a oratória e a comunicação dos estudantes é fundamental para determinar o sucesso no mercado de trabalho. 

2. Escrita

Além da comunicação verbal, o profissional do Direito deve possuir habilidade de comunicação escrita. Em todas as áreas de atuação, uma boa redação e ortografia são requisitos necessários para realizar as tarefas profissionais. 

3. Conhecimento técnico 

Para garantir a efetividade da comunicação verbal e escrita, o conhecimento técnico é indispensável. Dessa forma, um bom profissional deve possuir uma formação sólida na área escolhida e demonstrar domínio sobre a matéria. 

Como a IES pode desenvolver as competências necessárias nos estudantes?

A instituição de ensino é a principal responsável pelo aprendizado de seu aluno. É por meio do conteúdo programático pedagógico, das aulas e dos exercícios aplicados que o estudante se prepara para o mercado de trabalho. 

Dessa forma, desde o início do curso é importante que a IES desenvolva as competências necessárias ao corpo discente. Abaixo listamos como esse preparo pode ser feito. 

1. Aplicando as metodologias ativas 

As metodologias ativas objetivam transformar o modelo expositivo clássico de aula. O aluno se torna parte central, integrante ativa do seu processo de aprendizagem.

O uso de metodologias ativas gera maior autonomia para o estudante e apresenta situações práticas essenciais à sua formação. Transformar o aluno em protagonista na sua própria educação gera engajamento com as disciplinas e faz com que o estudante melhore seu desempenho no curso.

Dessa forma, as metodologias ativas são responsáveis por garantir um aprendizado sólido e eficiente. 

2. Contando com uma biblioteca digital na IES

Para o estudante de Direito, a leitura de diversas obras ao longo do curso é essencial. O estudo por meio de manuais, compilados e códigos comentados, por exemplo, facilita o aprendizado e fixa o conteúdo estudado. 

Nesse sentido, a biblioteca digital facilita o acesso às obras e é responsável pelo aumento da carga de leitura. Assim, o conhecimento técnico necessário também é incentivado. 

3. Desenvolvendo atividades extracurriculares

Para desenvolver as habilidades de escrita e oratória, a IES pode ofertar atividades que estimulem o debate e a redação. Alguns exemplos de atividades extracurriculares que atendem essa finalidade são: 

  • Júris simulados; 
  • Competições de debate; 
  • Iniciação à pesquisa;
  • Núcleos de prática jurídica.

Leia também: Saiba mais sobre as fontes do Direito e como abordá-las na IES

Qual é o perfil de quem se interessa pelo curso de Direito?

Os estudantes que demonstram interesse em cursar uma graduação em Direito possuem algumas características em comum. São elas: 

  •  Poder de argumentação
  • Capacidade comunicativa; 
  • Gosto por leitura e escrita;
  • Visão crítica e questionadora.

Como captar esses interessados em minha IES?

Considerando as características do perfil dos alunos do curso de Direito, torna-se necessário elaborar estratégias que atendam às expectativas dos estudantes. 

Além disso, devido ao grande número de instituições que ofertam o curso, é importante que a IES se diferencie para que seja a opção escolhida. 

Confira a nossa dica para captação de alunos a seguir!

Conte com materiais de qualidade

A qualidade dos materiais apresentados ao aluno irá definir seu aprendizado ao longo do curso. É importante que o material oferecido esteja sempre atualizado, acompanhando as mudanças no mundo jurídico e que possua credibilidade quanto ao conteúdo. 

Assim, é necessário investir em conteúdos com autores renomados e em editoras já consolidadas no mercado como forma de captar os alunos e fornecer um ensino de qualidade. Além disso, a IES pode oferecer uma biblioteca digital de Direito com obras acessíveis. 

Como reter esse perfil de estudante?

Durante a graduação, é necessário que a IES se preocupe em evitar a evasão e reter os estudantes no curso. 

Para tanto, pensando no perfil dos alunos do curso de Direito, a instituição precisa garantir o engajamento com as disciplinas. Um exemplo de como isso pode ser feito é por meio das disciplinas online.  

Disciplinas online

As disciplinas online possibilitam a utilização de  conteúdos multimídia. Eles servem para ilustrar o conteúdo pedagógico, promovendo a associação de ideias na exposição de um assunto. 

Dessa forma, disciplinas consideradas maçantes e extensas dentro da graduação em Direito tornam-se mais atrativas para os estudantes, o que constitui um importante recurso didático para expor assuntos relevantes. Além disso, o Ministério da Educação incentiva a utilização de soluções tecnológicas levando em conta sua praticidade e inovação na educação superior.  

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Esperamos que este artigo tenha tirado todas as dúvidas sobre o perfil dos alunos do curso de Direito e como a IES pode investir na captação e retenção desses estudantes. Aproveite para conferir também o nosso artigo sobre a situação do curso superior de Direito EaD no Brasil!

Se a disciplina é online como a frequência é determinada: homem assistindo aula em computador

Tire sua dúvida: se a disciplina é online, como a frequência é determinada?

Se a disciplina é online, como a frequência é determinada? Essa é uma das dúvidas que muitas Instituições de Educação Superior (IES) possuem ao ofertar cursos com matérias online.  

A frequência é um indicativo que pode revelar mais do que a assiduidade dos alunos. Portanto, saber como fazer esse acompanhamento ajuda a preservar a saúde financeira da instituição e a evitar a evasão dos estudantes

Pensando nisso, neste artigo vamos mostrar como funcionam as disciplinas online, qual a carga horária máxima permitida em cursos presenciais e 3 formas diferentes para analisar a frequência. Acompanhe!

O funcionamento das disciplinas online

Para entender como funcionam as disciplinas online, inicialmente é necessário apresentar como essas disciplinas podem ser ofertadas. Além disso, também é preciso saber quais são os modelos de aulas. 

As disciplinas online são aulas entregues por meio do modelo EaD (Ensino a Distância) ou pelo formato híbrido, mesclando conteúdos apresentados de forma presencial e digital. Essas matérias podem, então, ser assistidas de qualquer lugar com o auxílio de algum dispositivo que tenha acesso à internet, como computadores ou smartphones e que possam acessar ferramentas de aprendizado disponibilizadas pela instituição.

Trata-se de uma das modalidades de ensino que está se popularizando nas instituições do país. Ela pode fazer parte da grade curricular de diversos cursos, não somente no EaD, mas também nos que são ministrados de forma presencial ou semipresencial.

Assim, as IES podem mesclar os benefícios das aulas totalmente presenciais com os das disciplinas online. Isso garante que o estudante não tenha a necessidade de estar sempre em sala de aula, mas que receba uma formação completa e de qualidade.

Cada instituição dispõe de uma maneira particular de exigir a frequência nas disciplinas online. Dessa forma, não existe um modelo padrão a ser considerado como o mais correto. Além disso, essas diferenças são apresentadas conforme o curso ofertado e o perfil do estudante. 

As aulas online podem ser realizadas das seguintes formas:

1. Aulas síncronas

São aquelas em que professores e estudantes interagem ao vivo, ou seja, ao mesmo tempo. Devem ser acessadas em uma data ou horário predeterminado.

Alguns exemplos de atividades síncronas são: 

  • webinários;
  • videoconferências;
  • audioconferências;
  • chats etc.

2. Aulas assíncronas

São todas aquelas em que os professores e alunos interagem ou estudam em seu próprio ritmo. Dessa forma, permitem o estudo com maior autonomia.

 Alguns exemplos de atividades assíncronas são: 

  • leituras;
  • videoaulas;
  • redação de trabalhos;
  • pesquisas na web;
  • discussão por meio de fóruns;
  • realização de exercícios de aprendizagem, etc.

Leia também: Descubra o que são bibliotecas digitais e quais os benefícios para sua IES

Além desses dois tipos de aulas, também são disponibilizados inúmeros materiais didáticos para complementar o estudo e potencializar a absorção do conteúdo pelos alunos. São eles:

  • apostilas (impressas ou digitais);
  • livros online;
  • conteúdos multimídias;
  • páginas na internet, etc.

A carga horária máxima permitida para disciplinas online em cursos presenciais 

Conforme a Portaria nº 2.117/2019, as IES estão autorizadas a ampliar para até 40% a carga horária de educação a distância em cursos presenciais de graduação.

Antes, esse percentual era de 20%. Com exceção às IES com nota 4 no Conceito Institucional e para cursos com nota 4 ou 5 no Conceito de Curso, ambos avaliados pelo Ministério da Educação (MEC).


Contudo, apesar de a ampliação das disciplinas online serem opcionais, existem algumas condições a serem seguidas. Segundo o artigo 8º da portaria, para ofertar disciplinas a distância em até dois dos cinco dias de aula na semana, o curso precisa alcançar o conceito igual ou superior a 3 durante a avaliação externa in loco do MEC. Ou seja, deve seguir os indicadores relacionados ao EaD. São eles:

Além disso, muitas instituições mantêm os 75% de frequência de toda a carga horária das aulas, como um dos critérios obrigatórios para a aprovação dos alunos nas disciplinas.

Agora que você já sabe como funcionam as disciplinas online e a carga horária permitida para a sua aplicação, vejamos formas de determinar a frequência.

Leia também: Saiba quais são os indicadores de qualidade do MEC e como eles se relacionam

3 formas diferentes de analisar a frequência em disciplinas online

Uma das questões que mais preocupa professores e coordenadores quanto às disciplinas online diz respeito à frequência e ao acompanhamento do aprendizado pelos alunos.

Devido à estrutura de uma disciplina online, o aluno acaba tendo menos contato com o corpo docente. Entretanto, esse contato pode se dar pelos acessos e interações durante as aulas síncronas ou assíncronas.

Nesse contexto de aula o educador pode observar a frequência por intermédio de outras ferramentas. Tais ferramentas se diferem daquelas utilizadas em uma sala de aula presencial, como a conhecida lista de chamada.

Agora, vejamos outras situações em que se a disciplina é online, como a frequência é determinada. 

1. Número de acessos em plataforma online

Como vimos acima, toda matéria disponibilizada de forma online possui algum sistema de gestão disponibilizado pela IES. 

Essas ferramentas mostram o número de acessos e a permanência dos alunos. Tal indicador é extremamente útil para que o professor verifique a frequência virtual dos seus alunos.

Desse modo, se o número de acessos dos alunos diminuir, isso pode indicar que algo negativo está ocorrendo. Assim, pode ser necessário fazer algumas mudanças na grade curricular do curso, na metodologia, ou até mesmo investigar como anda o processo de aprendizado da turma. 

2. Exercícios realizados na disciplina

Uma ferramenta bastante comum que também pode medir a frequência dos alunos nas disciplinas online é a aplicação de exercícios. Eles podem ser estruturados de várias formas. Os mais comuns são:

  • exercícios com questões de múltipla escolha;
  • exercícios com questões dissertativas.

Ao solicitar que os alunos realizem os exercícios com regularidade, ainda que eles não sejam avaliados por meio de nota, é possível que o professor descubra com precisão a frequência e também o aprendizado dos estudantes.

3. Chat e discussões online

Muitas plataformas utilizadas para a realização das aulas online contam com salas de bate-papo e discussões por meio de fóruns. 

Assim como outros sistemas de conversação na web, essas salas servem para a turma discutir os temas mais pertinentes da disciplina. Ainda, postar dúvidas, compartilhar ideias e outras informações.

Por elas também é possível fazer um bom acompanhamento da frequência dos estudantes. Basta que o professor transfira esses dados para o diário da turma, por exemplo. 

Esperamos que este artigo tenha ajudado a entender se a disciplina é online, como a frequência é determinada. Aproveite e leia nosso próximo artigo sobre como elaborar uma avaliação online de forma prática para o ensino remoto e EaD.

Evasão de alunos: fotografia de estudantes sentados na área externa de uma instituição de ensino usando seus computadores e fazendo anotações. Uma das alunas está olhando para a câmera e sorrindo.

4 estratégias para reduzir a evasão de alunos na IES

A evasão de alunos no ensino superior, conforme dados do censo realizado pelo INEP em 2020, chega a mais de 50% no último período do curso. Isso significa que mais da metade dos alunos que iniciaram um curso evadem ao longo de sua jornada acadêmica.

Esse alto índice de evasão é um fator preocupante por dois motivos:

1 – Diminui a formação de profissionais qualificados para entrar no mercado de trabalho

2 – Afeta diretamente a sustentabilidade financeira das instituições de ensino, com a perda de receita, reflexo dessas evasões.

Dessa forma, a retenção de alunos tem recebido cada vez mais atenção por parte das Instituições de Ensino Superior (IES), tornando- se tornando um assunto estratégico e discutido em todas as esferas de gestão. 

Os motivos para que os alunos desistam do curso são os mais diversos possíveis, mas ainda assim existem estratégias que são capazes de auxiliar nesse processo de permanência do aluno e contribuir com a diminuição dos índices de evasão. 

Neste artigo você entenderá os principais motivos que contribuem para a evasão dos alunos e quais ações podem ser realizadas para diminuir esse índice. Confira!

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Quais são os principais motivos da evasão de alunos?

Antes de traçar estratégias, é preciso primeiro conhecer quais são os desafios e, a partir daí, pensar e planejar estratégias voltadas para a permanência de alunos.

Confira abaixo, os motivos que mais geram evasão no ensino superior. 

Dificuldades de aprendizagem no Ensino Básico 

Segundo dados do PISA, Programa Internacional de Avaliação de Alunos, que tem como objetivo gerar indicadores para a discussão da qualidade do ensino básico em 79 países participantes, o Brasil teve um desempenho nada animador: ficou entre 58º e 60º lugar em leitura, entre 66º e 68º em ciências e entre 72º e 74º em matemática.

Se fizermos um recorte apenas de escolas públicas, esses números ficam ainda piores. Como no Brasil 0% dos estudantes do ensino básico estudam em escolas públicas, essa baixa qualidade na aprendizagem não prepara estes alunos para a próxima fase de estudos, que é o ensino superior.

Por consequência, ao ingressarem em uma faculdade, a grande maioria dos alunos apresentam dificuldades nos conteúdos que exigem capacidade de interpretação de texto, análise crítica, raciocínio lógico e aprofundamento em matérias básicas. 

Relacionamento deficiente com o aluno

Você já ouviu a expressão “o atendimento é alma do negócio”? Então, é bem assim que funciona. A comunicação eficiente é um fator essencial para manter a sua instituição de ensino saudável, isso porque é através dele que você consegue descobrir quais são os anseios do seu aluno e oferecer as soluções necessárias. 

E se a sua instituição não consegue estabelecer esse elo com o aluno, ela certamente não conseguirá oferecer uma boa experiência a ele, pois ele sempre terá um desgaste quando precisar resolver qualquer questão que precise da sua equipe de atendimento, seja problemas na matrícula, grade curricular, questões financeiras ou qualquer outro atendimento específico. 

E isso acaba gerando desgaste emocional e construção de uma imagem negativa da instituição, com isso, o aluno poderá fazer uma propaganda ruim da sua IES e dificilmente continuará estimulado a prosseguir até o final do curso. 

Em uma pesquisa realizada com alunos do ensino superior de diversas instituições de ensino atendidas pela CRM Educacional, entre os diversos motivos de evasão apontados pelos alunos, três chamam muita atenção:

  • A instituição não se preocupa comigo
  • Os serviços e o atendimento são ruins
  • O sacrifício não vale a pena

Diante deste cenário, não é difícil imaginar a importância de prestar um atendimento de qualidade para seus alunos.

Questões financeiras

Dificuldade financeira é um fator comum que leva muitos alunos a não concluírem o ensino superior. 

Isso acontece por diversos motivos, como por exemplo a renda do aluno ou a renda familiar ter sofrido mudanças e não ser mais a mesma, aumento da mensalidade, novas prioridades, crise econômica e diversos outros fatores. 

E não pense que esses problemas financeiros atingem apenas os alunos de universidades privadas. Muitos alunos de instituições públicas também evadem por motivos financeiros, por mais que não precisem arcar com a mensalidade e matrícula, ainda é preciso investir em materiais, transporte, alimentação e muita das vezes moradia, pois é muito comum casos de alunos que saem da sua cidade para ingressar em uma universidade de outra cidade ou estado. 

Porém, fique muito atento quando um aluno estiver evadindo e falar que o motivo é financeiro. Em geral as pessoas usam este argumento pois é mais fácil de justificar. Por trás da questão financeira podem existir outros fatores que, se bem investigados, podem vir à tona e ajudar a melhorar sua instituição de ensino com feedbacks de alunos que estão evadindo.

Perda de interesse pelo curso

Outra questão muito recorrente é o ingresso precoce em uma instituição de ensino superior. Mas você deve estar pensando, o que isso quer dizer? 

Quer dizer que grande parcela dos jovens, enquanto cursam o ensino médio, sofrem muita pressão pela própria escola ou familiares a decidirem rápido qual será a sua profissão e a ingressarem em uma universidade assim que concluírem o ensino médio. 

Com isso, o aluno pode até fazer breves pesquisas sobre as diversas possibilidades de cursos, mas nem sempre elas serão baseadas em experiências. 

E essas cobranças e pesquisas até levam o aluno a ingressar em uma universidade, mas será que levam ele a dar início ao curso certo? 

A resposta é: nem sempre. Pode sim acontecer de o aluno entrar na universidade, se identificar com o curso e ir até o final, mas também ocorrem muitos casos de evasão ou mudança de curso por motivos de incertezas ou de não identificação.  

Falta de estrutura da universidade

A infraestrutura tem um papel fundamental no aprendizado e na experiência do aluno em qualquer instituição de ensino, por isso é fundamental prezar pelo conforto e bem estar dos alunos e do corpo docente. 

Já imaginou o quanto seria desagradável passar boa parte do seu tempo em uma universidade que não te oferecesse no mínimo conforto, tecnologia, sala de aula bem estruturada e professores capacitados a te ensinar?  

Um bom exemplo disso é o momento que estamos vivendo. Desde o início de 2020, as aulas presenciais foram suspensas e, para substituí-las, a maioria das instituições de ensino tiveram que se adequar ao Ensino Remoto. Mas e as instituições que não tinham infraestrutura para tal ação? Elas tiveram que parar os seus trabalhos e começar a buscar alternativas para se adequarem às novas características colocadas pelo mercado.

Além disso, já foram desenvolvidos diversos estudos comprovando que a estrutura está diretamente relacionada ao interesse do aluno, pois quanto melhor for a estrutura, maior será o seu interesse em estar naquele local, e consequentemente, melhor será o seu desempenho.

Quais esforços são necessários para a permanência de alunos no Ensino Superior?

Agora que já vimos os principais motivos da evasão de alunos, vamos ao ponto que mais nos interessa: aprender quais estratégias e ações as instituições de ensino podem aplicar para diminuir os índices de evasão de alunos.

1. Estabeleça uma estratégia e um plano de ação

Definir a sua estratégia de retenção de alunos e, posteriormente desdobrar essa estratégia em um plano de ação é essencial para realizar a gestão de permanência de alunos, pois por meio dela é possível estabelecer metas, objetivos e traçar as ações reativas e preventivas a serem realizadas. 

Mas como criar a estratégia e o plano de ação?

  • Defina o objetivo geral, que pode ser “diminuir em 2 pontos percentuais o índice de evasão da sua instituição”, por exemplo
  • Defina de quem será a responsabilidade pela meta de diminuição de evasão de alunos em sua instituição
  • Monte uma equipe capacitada para executar as atividades que irão ajudar na permanência dos alunos
  • Desenhe processos de atendimento que priorizem o aluno e não a burocracia interna da instituição
  • Pense e organize as ações proativas e reativas para alcançar essas metas 
  • Monte o cronograma e os investimentos necessários para execução de todas as ações planejadas 
  • Utilize ferramentas especializadas, como o Software da CRM Educacional para Permanência de Alunos, para apoiar na execução da estratégia de retenção de alunos.

As possibilidades são muitas, você pode acrescentar ou substituir algumas das estratégias acima, cabe a você definir quais serão as ações que trará mais resultados para a sua instituição. E para fazer a escolha certa, estude a persona da sua IES e veja com quais ações ela mais se identifica.

2. Ofertas de financiamento, estágios e bolsas estudantis 

Como falamos acima, um motivo muito recorrente que leva o aluno a evadir, é o problema financeiro, pois muitas das vezes a situação sai do controle e o aluno ou responsável pelo pagamento da mensalidade simplesmente não possui mais condições de arcar com os custos. 

E uma das soluções cabíveis para a redução desse desafio é ofertar bolsas e descontos além de disponibilizar financiamentos estudantis, seja próprio ou de terceiros, alinhados com a necessidade de cada aluno. Além disso, você pode ofertar oportunidades de monitoria ou projetos de pesquisa, também em troca de bolsas e por fim, invista em sua área de carreiras, ajudando seus alunos a ingressarem no mercado de trabalho.

3. Comunicação e relacionamento com o aluno

Realizar uma comunicação eficiente e constante com o aluno é o caminho certo para um relacionamento de sucesso. E isso é fundamental para conseguir criar uma proximidade com o aluno e fazer com que ele permaneça.  

A comunicação é um fator essencial para tornar possível o aprendizado, promover mudanças comportamentais e propiciar o desenvolvimento de habilidades sociais.

E para conquistar isso, o primeiro passo é conhecer a persona da sua IES, a linguagem que ela utiliza, em quais canais de comunicação ela está presente e quais estratégias trarão mais resultado. 

Algumas das estratégias que podem ser utilizadas para otimizar o relacionamento entre a sua IES e o aluno é utilizar os canais adequados, como redes sociais, e-mail e outros meios digitais. Além disso, utilizar a tecnologia como aliada nesse processo tem sido uma solução muito eficiente. E algo que tem auxiliado muito nisso é a utilização de softwares de gestão do relacionamento específico para o mercado educacional. 

4. Tecnologia e novas Tendências Educacionais

Durante muito tempo, as instituições de ensino trabalhavam utilizando métodos e meios ultrapassados, como por exemplo as aulas integralmente expositivas ou o uso de lousa, pouca dinâmica e realização de vestibulares e provas escritas.

Nos dias de hoje, em meio a tantas mudanças que estamos enfrentando, principalmente após o início da pandemia causada pela Covid-19, os hábitos comportamentais e de consumo mudaram radicalmente. 

No setor educacional isso não foi diferente, a didática desatualizada se tornou ineficiente para o aprendizado da nova geração de jovens, que está completamente introduzida nas tendências tecnológicas. 

Disso isso, a introdução da tecnologia na educação se tornou indispensável para o aprendizado e desenvolvimento do aluno. Por isso, é fundamental que as instituições de ensino superior adotem metodologias tecnológicas a fim de potencializar a qualidade do ensino e cultivar o interesse do aluno em permanecer no curso durante toda a jornada acadêmica.

Uma metodologia que traz inovação e transforma tecnologias em ferramentas pedagógicas pode chamar muito mais a atenção dessa nova geração de alunos, o que é um fator muito importante para a reduzir a evasão. E uma das estratégias que podem ser feitas para auxiliar nesse cenário é a utilização de ferramentas digitais, como por exemplo a adaptação às aulas online, uso de gamificação, realidade virtual, lousas digitais e uso de outros dispositivos tecnológicos aplicados à educação. 

Essas ferramentas são capazes de aumentar a motivação e atenção do aluno, estimular a interação, criar um ambiente mais agradável e, consequentemente, facilitar no processo de aprendizado do aluno. 

Esperamos que você tenha gostado de aprender sobre as principais causas de evasões e como driblar esse desafio. Não deixe de ler o nosso artigo sobre retenção e permanência de alunos e aprender ainda mais estratégias para contribuir com a formação dos nossos futuros profissionais. 

E a sua instituição? Qual é a experiência que quer proporcionar ao candidato/aluno? Se você ainda não estiver completamente atento a isso, melhor começar a inserir esse tópico no seu planejamento de captação para a próxima campanha.

Obrigado pela leitura e, se quiser conversar mais sobre este ou outros temas relacionados, é só entrar em contato com a CRM Educacional.

Este conteúdo foi produzido pela CRM Educacional.

Confira 8 competências do professor do futuro e como a sua IES pode capacitá-lo

A principal diferença entre o professor do presente e um professor do futuro está em como o docente faz para aproveitar ao máximo as ferramentas oferecidas pela tecnologia na educação. 

Entretanto, não se trata apenas de ter habilidades técnicas (hard skills) para manusear os novos recursos tecnológicos. Também será preciso desenvolver outras competências (soft skills), como a socioemocional, com o objetivo de aprimorar os processos de ensino.

Nesse sentido, cabe ao educador ampliar suas capacidades e oferecer base para os alunos desenvolverem o pensamento crítico, habilidade de análise e investigação, proporcionando o aprendizado aplicado ao seu contexto. 

Continue lendo este artigo para saber quais são as competências essenciais para o professor do futuro e como as instituições de educação superior (IES) podem ajudar nessa capacitação!

8 competências do professor do futuro 

A ideia de que a tecnologia irá acabar com o papel do educador é equivocada.  Mesmo que os alunos sejam capazes de absorver a informação de livros ou vídeos, o professor sempre será necessário para ajudar a transformar toda essa informação em conhecimento.

Essa mediação é importante porque, sem o aprendizado consolidado, nenhum aluno conseguirá reter e interpretar uma informação ou utilizá-la para solucionar problemas.

Sabendo da importância desse profissional, vejamos quais são as competências e habilidades necessárias que um professor do futuro precisa desenvolver ou adquirir!

Leia também: Como garantir a autonomia do professor no ensino superior?

1. Busca por aprimoramento constante

Considerando que as IES precisam seguir as Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Superior (DCNs), gestores e coordenadores de curso devem identificar os perfis dos docentes que atendam às determinações do Ministério da Educação (MEC).

Em virtude disso, torna-se indispensável que os professores saibam lidar com as novidades da educação. Ainda, é preciso que façam especializações na carreira e entendam que a qualificação e conhecimentos adquiridos visam melhorar as metodologias de ensino.

Também é preciso desenvolver outras habilidades, como a flexibilidade, de forma a desempenhar novos papéis no ambiente educativo. Assim, é necessário se deslocar do papel de único transmissor dos conteúdos para se transformar em um mediador da aprendizagem com múltiplas potencialidades.

2. Boa comunicação e escuta ativa

Estabelecer uma boa comunicação com toda a comunidade acadêmica é um dos atributos essenciais a um professor do futuro. Assim, é preciso saber transmitir as informações de forma clara e objetiva, evitando ruídos na comunicação, seja ela oral, escrita ou não verbal.

Essa habilidade deve ser vista principalmente em sala de aula, ao explicar assuntos complexos e difíceis para a compreensão dos alunos.

Saber ouvir também é muito importante para uma boa comunicação. O uso da técnica da escuta ativa propõe a atenção máxima do outro lado. Sua prática visa o desprendimento de julgamentos e pensamentos para a compreensão da mensagem por uma perspectiva mais empática.

Ademais, essa forma de comunicação aumenta o vínculo entre professor e aluno. Também estimula a construção de um espaço afetivo e respeitoso e favorece o aprendizado.

3. Habilidades socioemocionais

Inúmeras situações podem interferir na gestão educacional. Entre elas, estão os desafios acerca das emoções dos docentes, que podem ser agravados pelo desinteresse dos alunos e resultados insatisfatórios na disciplina.

Nessa perspectiva, o professor do futuro deve ser capaz de desenvolver suas habilidades socioemocionais. Ou seja, trabalhar o autoconhecimento, a boa gestão das emoções, ter empatia e colaborar para a diversidade acadêmica.

Leia também: 6 estratégias para melhorar a motivação de professores

4. Atenção às inovações

O professor do futuro não pode se manter restrito às novidades do ambiente educacional. Ao contrário, ele precisa procurar informações, inclusive em outras áreas, com o objetivo de inovar seu processo de ensino, estando cada vez mais próximo da realidade dos alunos.

A neurociência, por exemplo, é uma área que tem contribuído bastante para o desenvolvimento de novas metodologias de ensino tomando como base o funcionamento cerebral dos estudantes.

5. Ensino e  tecnologia

As instituições que se preocupam em proporcionar um ensino de excelência e qualidade aos alunos investem cada vez mais em novos recursos tecnológicos. Dessa forma, o professor do futuro deve estar preparado para lidar com a tecnologia dentro e fora da sala de aula.

E quando se fala em tecnologia, também é preciso pensar nos métodos de ensino do professor.  Eles devem acompanhar as inovações da área e propor formas mais atrativas e eficientes de aprendizagem, como a gamificação, por exemplo. 

6. Seleção de conteúdos

Usando as novas tecnologias e sabendo do vasto potencial das pesquisas na internet, os professores precisam ser ótimos curadores sobre os conteúdos que irão utilizar. Assim, eles devem ter a aptidão de pesquisar, selecionar, organizar, revisar e distribuir os materiais para os alunos. 

O importante é combinar o formato do conteúdo com as estratégias de ensino. Desse modo, será possível contextualizar a aula e proporcionar uma aprendizagem ativa.

7. Criticidade dos alunos

O professor do futuro deve contribuir com a forma de pensar dos alunos. Isso é feito ao estimular o raciocínio lógico e a análise crítica para que eles possam quebrar diversos paradigmas em todos os aspectos da vida estudantil, pessoal e profissional.

8. Metodologias ativas de ensino

No plano de aula do professor do futuro, não será possível ensinar sem a inclusão das metodologias ativas. A ideia é que juntos, docentes e alunos possam construir caminhos personalizados de aprendizagem de forma participativa.

Além disso, as metodologias ativas são responsáveis por um aprendizado completo e aumentam o engajamento dos alunos com as disciplinas. 

Como a IES pode capacitar os docentes 

Como apresentado, são várias as competências que um professor do futuro necessita desenvolver e adquirir. Assim, como a sua IES pode contribuir para capacitá-lo?

O primeiro ponto a ser considerado é que não há excelência profissional sem qualificação. Nesse sentido, investir na formação dos professores significa investir na instituição e, consequentemente, nos alunos.

Dessa forma, a IES pode realizar as seguintes ações para capacitar seus docentes:

  • melhorar as condições de trabalho;
  • disponibilizar um ambiente acolhedor;
  • incentivar um clima agradável;
  • oferecer cursos de formação continuada;
  • valorizar e confiar no trabalho do profissional.

Saber quais são as competências do professor do futuro e auxiliar a sua equipe trará ótimos resultados para a IES! Aproveite para ler também o nosso artigo sobre a educação pós-pandemia: cenário e como superar os desafios na IES!

Fotografia de uma estudante sentada nas escadarias de uma instituição de ensino, usando o notebook.

Instituições de ensino: 3 momentos de envolvimento com o público

Toda organização tem três momentos de interação com seu público consumidor: conhecimento, preferência e relacionamento.

Para a instituição de ensino, o cenário é o mesmo: é preciso criar um planejamento de comunicação adequado para que seja possível estar próxima do público em cada um desses momentos.

Certamente pairam sobre a cabeça duas perguntas essenciais:

  • O que são esses três momentos?
  • Qual a importância deles para a instituição de ensino?

Vou explicar detalhadamente e você vai perceber que se algum desses momentos for ignorado, sua instituição de ensino terá mais dificuldades para construir e consolidar uma marca forte no mercado da educação.

Qual a importância do “conhecimento”?

O primeiro momento de interação com o público é fundamental para gerar conhecimento.

Pense na seguinte situação: os pais e, dependendo da idade, o próprio aluno, estão procurando uma boa instituição para efetuar a matrícula.

É lógico pensar que eles só poderão considerar como alternativas as instituições que eles conhecem, já ouviram falar ou que encontram em suas buscas nos meios digitais.

Não será possível incluir em uma lista de possibilidades um estabelecimento que é desconhecido.

Além disso, embora muito importante, não basta já ter ouvido falar da instituição. É preciso ter uma boa imagem sobre ela para considerá-la como alternativa para o ensino.

Resumindo, quanto maior o conhecimento da marca, maior a força de atração de interessados em realizar a sua matrícula, facilitando o preenchimento de todas as vagas disponíveis.

Como gerar “conhecimento”?

Para gerar conhecimento da marca há inúmeras possibilidades.

Veja algumas delas:

  • Propaganda Institucional: mostrar-se presente em datas comemorativas por meio de mensagens alusivas e sem cunho comercial
  • Eventos Comunitários: promover encontros como a Semana da Escolha Profissional, aberto a todos os interessados para demonstrar uma prestação de serviços de utilidade pública
  • Eventos Comemorativos: organizar Festas Juninas e Torneios Esportivos, que além de promover a marca na região, podem proporcionar arrecadação adicional de recursos com a venda de fichas nas barracas de produtos
  • Campanhas Comunitárias: é sempre muito simpático aos olhos do público a promoção de ações com benefícios sociais como arrecadação e distribuição de agasalhos para populações necessitadas
  • Assessoria de Imprensa: voltada para a divulgação de notícias de interesse público, especialmente levantamentos e pesquisas sobre temas relacionados à educação no âmbito geográfico de influência da instituição de ensino
  • Road Show: para faculdades, é relevante mostrar sua diversidade de cursos em escolas do ensino médio, como uma prestação de serviços para a escolha profissional dos alunos dessas escolas
  • Redes Sociais: posts mostrando as realizações, conquistas e novidades da instituição, tais como reforma do prédio, novos cursos, torneios conquistados
  • Canal no Youtube: vídeos com storytelling mostrando projetos diferenciados desenvolvidos pelos alunos

Qual a importância da “preferência”?

O segundo momento de interação com o público eu chamo de “preferência”. É quando o interessado está prestes a se matricular, mas tem que escolher entre as várias opções que estão disponíveis.

Pense agora em você diante da prateleira de um supermercado tentando se decidir sobre qual sabonete você levará para casa.

Existem alguns aspectos que levarão você a fazer um comparativo no ponto de venda para chegar à conclusão do que colocar no carrinho: preços, promoções, aromas, embalagens.

Na escolha de uma instituição de ensino, o processo passa pela mesma lógica. Os interessados vão levar em consideração aspectos como: preço, proximidade de casa, qualidade do ensino, indicações recebidas, diversidade de cursos, renome dos professores, estrutura física do prédio, modernidade dos laboratórios, atendimento recebido na Secretaria, entre outros fatores.

São muitos os elementos que pesam na hora da escolha e, por isso, quanto mais a preferência do potencial aluno for alcançada, mais próximo ele estará de se decidir por estudar na sua instituição.

Isso não acontece naturalmente. É preciso desenvolver ações de comunicação que favoreçam a geração de preferência.

Como gerar “preferência”?

  • Propaganda: especialmente nas épocas que antecedem o período de matrícula é importante veicular anúncios onde o orçamento da instituição permitir, como emissoras de rádio e TV, jornais, revistas, Google, Facebook, Instagram etc.
  • Participação em Eventos: como a Feira do Estudante do CIEE, para demonstrar o que a instituição faz por seus alunos e quais são os seus diferenciais
  • Member Get Member: desenvolver uma promoção na qual os atuais alunos que indicarem novos alunos recebem alguma vantagem, junto com o indicado. Com isso é possível estimular o processo do boca a boca
  • Redes Sociais: produza posts visando a divulgação de prêmios conquistados por alunos, depoimentos de quem já cursou, recomendações de quem está cursando, sucesso na carreira de ex-alunos, notoriedade de alguns dos professores
  • Promoções: ofereça descontos para quem se matricular antecipadamente, para mais de um integrante da mesma família, para quem permanecer de um curso para outro, para quem pagar à vista ou em poucas mensalidades, para quem fizer um seguro educação
  • Seguro Educação: firme acordo de parceria com alguma seguradora e ofereça como diferencial, embutido na mensalidade, um seguro educação para tranquilizar os interessados que eventualmente venham a perder suas fontes de renda
  • Facilidade Administrativa: proporcione experiência facilitada de matrícula a distância, sem burocracia e sem deslocamentos, especialmente durante uma pandemia como a provocada pelo Covid-19

Qual a importância do “relacionamento”?

O terceiro momento de interação com o público é o de relacionamento.

Pense da seguinte forma: sua escola já fez todo o esforço possível para se tornar “conhecida” do público em geral. Depois continuou fazendo um grande sacrifício para conquistar a “preferência” dos interessados.

Agora, o aluno já está matriculado e frequentando um curso. Sua instituição não pode perdê-lo por dois motivos: será um enorme desperdício de todo o dinheiro que já foi gasto para atrai-lo e custará muito mais para conquistar alguém para substitui-lo.

Certamente você já ouviu várias vezes que é muito mais barato manter os atuais clientes do que conquistar novos. O mesmo acontece com alunos.

Depois de matriculados, chega a hora de você se dedicar à excelência do relacionamento que vai desenvolver. É assim que sua instituição de ensino manterá por mais tempo os alunos que tem.

Como gerar “relacionamento”?

Eu recomendo que você leia o artigo que publiquei anteriormente aqui no nosso blog: “Comunicação corporativa: como engajar alunos para melhorar a captação de matrículas”. Nele você vai encontrar muitas alternativas que também podem contribuir para gerar relacionamento com os atuais alunos.

De qualquer forma, seguem algumas outras indicações:

  • Associação de Alunos: estimule a criação de um grupo de alunos e também de ex-alunos. É importante passar a ideia de que “uma vez aluno, sempre aluno” da sua escola
  • Encontros Periódicos: promova encontros da diretoria da escola com os alunos, preferencialmente temáticos, para discutir temas de interesse geral. Esses encontros também podem ser por área de conhecimento como, por exemplo, ciências, artes, esportes etc.
  • Evento Anual: a exemplo do que acontece tradicionalmente nas escolas norte-americanas, crie um evento anual que estimule o desejo de todos participarem e gere orgulho de pertencimento.
  • Promoções: fomente uma espécie de concurso entre os alunos, premiando os que mais likes e compartilhamentos conseguirem a partir de posts da instituição em redes sociais. Com isso é possível aumentar o engajamento e promover a instituição de ensino entre os contatos dos atuais alunos

Últimas considerações

Perceba que boa parte das possibilidades que eu recomendei anteriormente podem ser utilizadas nos três momentos.

O que vai diferenciar é o conteúdo e a forma de fazer comunicação.

Por exemplo: as mídias sociais são importantes em todas as fases, mas os conteúdos precisam ser diferentes em cada uma delas.

Para o “conhecimento” são importantes os conteúdos que fortaleçam a marca.

Para a “preferência” são relevantes as informações sobre diferenciais de qualidade que o aluno encontrará na escola.

Para o “relacionamento” são essenciais os textos e imagens que valorizam e reconhecem o esforço dos alunos, mostrando a eles a empatia que a instituição tem por cada um, individual e coletivamente.

Leia também: Tudo o que você precisa saber sobre captação de alunos para captação de alunos para cursos presenciais e EaD

Gestão educacional: homem em apresentação com equipe de trabalho

Saiba o que é gestão educacional, quais são seus elementos e como desenvolver na IES

A gestão educacional diz respeito a um conjunto de estratégias que gestores e coordenadores das  instituições de educação superior (IES) devem traçar periodicamente a fim de guiar todas as áreas para alcançar os objetivos estipulados

Contudo, para obter sucesso no mercado de educação é necessário mais do que apenas realizar as atividades de gerenciamento de forma sistemática. É preciso implementar estratégias de gestão para aumentar a eficiência do ensino na instituição.

Neste artigo, vamos explicar melhor sobre essa prática e dar algumas dicas de como desenvolver uma boa gestão educacional na sua IES. Veja! 

O que é e para que serve a gestão educacional?

A gestão educacional é responsável por todos os processos de uma instituição de ensino, desde o setor de recursos humanos até o pedagógico. Ela busca instituir um modelo para coordenar e potencializar os melhores procedimentos dentro da IES, visando produzir um ensino de qualidade.

Ela também abrange a articulação entre as instâncias normativas no setor educacional como, por exemplo, os atos regulatórios do Ministério da Educação (MEC) para as instituições de ensino superior. 

Entretanto, a gestão de cada instituição é feita de forma autônoma. Ou seja, algumas diretrizes guiam o caminho dos gestores, mas cada instituição possui suas próprias regras e processos internos de tomada de decisão. 

Resumidamente, a gestão educacional estabelece bases para uma melhor coordenação e organização das rotinas educacionais e administrativas de uma IES.

Leia também: Guia completo da avaliação do MEC para IES

Quais são os elementos que compõem a gestão educacional?

Existem várias áreas que compõem a gestão educacional de uma IES. Elas possuem um fluxo bem definido, mas não trabalham de forma isolada. Vamos apresentar 7 exemplos e as características de cada um. Confira!

1. Gestão Administrativa

É responsável por garantir o funcionamento dos processos operacionais entre as equipes e opera a integração entre as áreas. Ela supre as seguintes demandas: 

  •   administra a estrutura e o patrimônio;
  •   zela pela limpeza e conservação;
  •   gerencia os processos de compras e o almoxarifado;
  •   acompanha a legislação e garante o cumprimento de todas as leis;
  •   determina a cultura institucional e a sua disseminação;
  •   determina os fluxos operacionais;
  •   incentiva o uso de métodos ágeis de produtividade.

2. Gestão Financeira

É responsável por administrar todos os recursos financeiros da instituição. Seus esforços são pautados na análise do lucro e na avaliação da capacidade de se fazer investimentos, visando o crescimento da instituição. Portanto, ela:

  •   define os valores dos cursos e demais produtos ofertados;
  •   negocia convênios com instituições financeiras para buscar boas taxas de operação;
  •   gerencia o fluxo de recebimentos das diferentes áreas como matrículas, processo seletivo, cursos livres etc;
  •   administra as contas bancárias e as transações;
  •   controla a tesouraria e os caixas internos;
  •   define o orçamento a ser aprovado anualmente;
  •   estabelece estratégias e ações para a cobrança de inadimplências;
  •   opera a contabilidade e gera as prestações de contas. 

Leia também: Como melhorar a gestão financeira da sua instituição de ensino? 


3. Gestão de Recursos Humanos

O Recursos Humanos (RH) das instituições de ensino foca especialmente na contratação e qualificação do quadro funcional. Suas principais atribuições são:

  •   organização do processo seletivo e contratação de profissionais;
  •   alinhamento com a gestão administrativa sobre o código de cultura da IES e compartilhamento com a equipe;
  •   definição do calendário contínuo de treinamentos e qualificação profissional;
  •   busca de engajamento e satisfação da equipe;
  •   acompanhamento da avaliação de satisfação dos profissionais;
  •   análise do clima organizacional. 


4. Gestão Acadêmica

É responsável por organizar todo o processo envolvendo a secretaria acadêmica, como matrículas, documentações e emissões de documentações oficiais. Suas atividades são: 

  •   manutenção do cadastro atualizado dos professores e suas titulações;
  •   definição do processo seletivo e as formas de captação de alunos EaD e presencial;
  •   validação dos documentos dos alunos e seus respectivos cursos;
  •   preparação e acompanhamento do sistema para o uso dos diários de classe pelos docentes;
  •   criação do calendário acadêmico integrando processos gerenciais administrativos e pedagógicos;
  •   realização das demandas legais da instituição;
  •   emissão de documentos oficiais. 

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5. Gestão Pedagógica

Define todo o processo de ensino da instituição e a forma como os conteúdos serão trabalhados com os discentes. Assim, ela é responsável por: 

  •   definir as matrizes curriculares de aprendizagem;
  •   promover a capacitação dos docentes;
  •   analisar os planos de ensino das disciplinas;
  •   acompanhar a rotina das aulas e o clima educacional;
  •   fazer o acompanhamento dos estudantes e promover ações que aumentem o engajamento.

6. Gestão da Comunicação

Área responsável pela divulgação da instituição para a comunidade acadêmica e sociedade. Tem as seguintes funções:

  •   determina o funcionamento do site para a divulgação de notícias e captação de matrículas;
  •   publica conteúdos no blog e promove postagens nas redes sociais;
  •   envia comunicados aos professores e funcionários;
  •   mantém um fluxo de interação constante com os estudantes sobre tudo o que acontece na instituição;
  •   reforça orientações da instituição sobre as diferentes áreas, como biblioteca, laboratórios, processo de matrícula, pagamento de boletos etc.;
  •   aproxima as pessoas com a rotina da instituição.

Leia também: Conheça 10 estratégias de marketing educacional inovadoras para o ensino superior

7. Gestão da Tecnologia

É a área responsável por toda a estrutura tecnológica da instituição e possibilita o uso das tecnologias de informação e comunicação (TICs) na educação. Suas principais funções são:

  •   cuidar da estrutura de computadores e da rede de dados;
  •   gerenciar a segurança da rede e regras de tráfego de informações;
  •   administrar a hospedagem do site e dos sistemas;
  •   manter o controle das licenças de softwares e do processo de uso e distribuição de dados;
  •   prestar o apoio técnico aos usuários para garantir sua operação;
  •   promover treinamentos e ações de engajamento dos usuários nos softwares de gestão;
  •   alinhar com as outras equipes para garantir o fluxo dos processos e propor melhorias para aumentar a produtividade.

Como desenvolver uma boa gestão educacional?

Durante a administração de uma instituição de ensino, cabe ao gestor tomar as decisões mais acertadas para que os resultados positivos sejam alcançados.

Seja na manutenção dos dados, informações, relatórios e demais questões que envolvem a gestão educacional, é preciso adotar algumas estratégias em seus processos. 

Para ajudar você, reunimos 4 dicas para desenvolver uma gestão educacional eficiente na sua IES. Confira!

1. Mapeie os processos

É essencial que você faça o mapeamento de todas as áreas, fazendo um levantamento de informações relacionadas aos dados acadêmicos e financeiros da instituição

Com uma visão holística é possível melhorar o planejamento, o orçamento e apurar o que está limitando o crescimento da instituição.

2. Defina objetivos claros

Os objetivos devem seguir o planejamento estratégico da instituição acerca do aumento do número de matrículas e/ou no crescimento da marca. É preciso estabelecer metas de curto, médio e longo prazo, mas acompanhando todas as mudanças no mercado para fazer as adaptações necessárias. 

3. Proponha melhorias contínuas

Após identificar aquilo que precisa ser aprimorado, você deve focar os esforços considerando questões como a potencialidade da melhoria proposta e o investimento necessário, de forma que ela seja incluída no trabalho de toda a instituição.

4. Acompanhe os resultados

É ideal que a gestão educacional seja trabalhada por meio de processos que avaliem os resultados constantemente

Nesse sentido, além dos números relacionados ao faturamento, inadimplência e Recursos Humanos, é essencial que você saiba quais são os indicadores-chave de desempenho que devem ser acompanhados na sua IES. 

Entendeu como a gestão educacional tem papel fundamental para melhorar os resultados de uma instituição de ensino? Aproveite para ler nosso próximo artigo e descubra quais são os indicadores de qualidade do MEC e como eles se relacionam.

Plano de internacionalização Universidade: fotografia de 4 estudantes universitários andando pelo corredor de uma instituição de ensino superior.

O que é o Plano de Internacionalização da Universidade, quais são seus benefícios e como colocá-lo em prática

A internacionalização pode ser definida como a troca política, social, econômica e cultural efetivada entre países. No âmbito educacional, o fenômeno da globalização é responsável por dinamizar as relações de ensino, proporcionando autonomia e criatividade no ambiente acadêmico-científico. 

Nesse cenário, o Plano de Internacionalização da Universidade objetiva criar estratégias que possibilitem a internacionalização da educação superior. Por meio do Plano, é possível oferecer experiências enriquecedoras aos alunos, facilitar o estabelecimento de redes de ensino pelo mundo e diminuir as barreiras linguísticas existentes. 

Pensando nisso, preparamos este artigo para explicar o que é o Plano de Internacionalização da Universidade, quais são seus benefícios para as instituições de ensino e quais são as estratégias para colocá-lo em prática. Confira! 

O que é o Plano de Internacionalização da Universidade?

A necessidade de especialistas e pesquisadores, unida ao avanço da globalização, fez surgir uma aproximação entre o Estado e a universidade. A partir disso, consolidou-se a importância da universidade como fortalecedora das economias nacionais e dos processos de desenvolvimento tecnológico e científico, que deu origem ao processo de internacionalização da educação.

Assim, foram originadas políticas públicas que fomentaram a pesquisa e a formação de pesquisadores em vários países. No Brasil, a regulação institucional possibilitou a criação de agências nacionais, destacando-se a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), que está vinculada ao Ministério da Educação (MEC), e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que está vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia. 

As políticas públicas determinam, principalmente: 

  • A cooperação internacional das universidades brasileiras;
  • O desenvolvimento científico e tecnológico;
  • A inserção internacional da universidade brasileira. 

Partindo de uma análise do conjunto de programas de cooperação internacional desenvolvido ao longo dos últimos anos pela CAPES e pelo CNPq, é possível extrair os exemplos de programas: 

  • Programas de Formação – Intercâmbio de alunos dos cursos de graduação e pós-graduação no exterior.  
  • Programas de Pesquisa Conjunta entre Países – Cooperação científica por meio de pesquisa conjunta entre os países. 
  • Programas de Formação Interinstitucional – Intercâmbio acadêmico de estudantes, professores e pesquisadores de pós-graduação para qualificação dos programas de pós-graduação das instituições brasileiras. 

Nesse cenário, o Plano de Internacionalização da Universidade é o estudo que prevê de que forma se pretende internacionalizar a instituição de educação superior (IES). Nesse documento é preciso apresentar: 

  • Os objetivos pretendidos pela instituição de ensino;
  • O cronograma previsto para alcançar as metas propostas;
  • Os programas e ações estratégicos de internacionalização da IES; 
  • As políticas linguísticas da instituição, entre outros.

Quais são os benefícios do Plano de Internacionalização da Universidade?

Iniciar um Plano de Internacionalização da Universidade traz diversos benefícios para o corpo discente, para o corpo docente e para a própria instituição. A seguir listamos os principais motivos: 

1. Diversidade linguística

Atrair jovens pesquisadores estrangeiros ou enviar alunos para universidades de outros países garante o aperfeiçoamento das habilidades linguísticas dos discentes e docentes. 

É durante um intercâmbio acadêmico que os estudantes têm contato com outros idiomas e culturas, o que enriquece o aprendizado e favorece a prática da diversidade linguística. 

Além disso, a partir dessas experiências a IES se tornará mais apta a aumentar a oferta de disciplinas em outros idiomas, melhorando a experiência do aluno e trazendo mais credibilidade para a instituição

No mesmo sentido, a qualidade dos artigos e trabalhos desenvolvidos em outros idiomas cresce, o que confere maior visibilidade para a IES

2. Pesquisa e inovação

Promover a internacionalização da universidade aumenta significativamente o impacto das produções científicas e destaca a instituição internacionalmente. Ainda, é a partir da internacionalização que a IES: 

  • Amplia a capacidade de captar recursos em editais internacionais;
  • Garante a transferência dos conhecimentos produzidos;
  • Atrai pesquisadores com excelência acadêmica. 

Leia também: Tudo o que você precisa saber sobre inovação na educação superior

3. Visibilidade e difusão do conhecimento 

Além dos benefícios já expostos, ao atrair pesquisadores e docentes estrangeiros, a IES aumenta o reconhecimento do ensino e também: 

  • Facilita parcerias estratégicas com outras instituições; 
  • Amplia a difusão do conhecimento produzido; 
  • Expande programas de mobilidade acadêmica; 
  • Apoia a elaboração de projetos de pesquisa, artigos científicos e livros em língua estrangeira, o que pode atrair recursos de agências internacionais de fomento à pesquisa. 

Portanto, é possível perceber que a internacionalização da universidade e a consequente  cooperação internacional são capazes de gerar benefícios mútuos para as instituições cooperantes, para comunidade acadêmica e para a gestão da IES

Como elaborar o Plano de Internacionalização da Universidade?

Após entender o que é e quais são os benefícios do Plano de Internacionalização da Universidade, redigimos um passo a passo com estratégias para ajudar a IES a elaborar o planejamento. Veja a seguir: 

1. Preparação

O primeiro passo para desenvolver o Plano é identificar o contexto da IES e fazer um levantamento do orçamento disponível, da infraestrutura e do interesse da comunidade acadêmica. 

2. Objetivos

Após o recolhimento dos dados obtidos na etapa da preparação, chega o momento de definir os objetivos esperados com a internacionalização. Nessa etapa, a IES deve elencar objetivos relativos à pesquisa, à cultura, ao ensino e aos investimentos esperados. 

3. Operacionalização

Com os objetivos elencados, a instituição precisa refletir sobre quais serão os recursos efetivamente destinados ao Plano e como as competências pretendidas serão desenvolvidas. 

Para tanto, é necessário estabelecer contatos internacionais com outras instituições e firmar contratos que garantam a execução das metas planejadas. 

Importante: A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) divulgou o seu Guia para Aceleração da Internacionalização Institucional: Pós-Graduação Stricto Sensu, elaborado pela Diretoria de Relações Internacionais (DRI) do órgão.

O guia é voltado para gestores de Instituições de Ensino Superior que fazem parte ou desejam integrar o Programa Institucional de Internacionalização, orientando sobre como alcançar os padrões de excelência no ensino, pesquisa e extensão necessários para a inserção das instituições no cenário global. Acesse nossa pílula da educação com a notícia completa e com o link para o guia clicando aqui

Esperamos que o artigo tenha ajudado a sua IES a entender a importância do Plano de Internacionalização e os passos para elaborá-lo. Agora, que tal ler sobre como é a avaliação do MEC nas IES?

Selo OAB Recomenda: fotografia de uma estudante lendo na biblioteca.

Selo OAB Recomenda: saiba o que é e como ter a sua instituição de ensino recomendada pela OAB

Atualmente, o Brasil passa por um expressivo crescimento de criação e oferta de vagas em cursos de ensino superior. Acompanhando essa expansão, o número de alunos matriculados e concluintes nos cursos de Direito cresceu de forma significativa. 

Para se ter uma ideia, até o ano de 1982 o Brasil possuía apenas 130 instituições que ofertavam o curso de Direito. Em 1995 esse número subiu para 235 (quase dobrou) e em 2017 chegou ao expressivo marco de 1.203 cursos. Hoje, o Brasil se tornou o país com maior número de faculdades de Direito do mundo. 

Entre as principais mudanças trazidas por esse crescimento no cenário do Direito, tem-se o levantamento de debates acerca da garantia dos padrões de qualidade dos cursos de graduação criados. Considerando isso, em 2001 a Ordem dos Advogados do Brasil criou o Selo OAB Recomenda, um reconhecimento público da qualidade das graduações em Direito no Brasil. 

No artigo a seguir, iremos apresentar o que é o Selo OAB Recomenda, em que se consiste o cálculo feito e como garantir que a sua Instituição de Educação Superior (IES) alcance esse mérito tão importante. Confira! 

O que é o selo OAB recomenda? 

O Selo OAB Recomenda é uma manifestação da responsabilidade da União em “autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar e avaliar, respectivamente, os cursos das instituições de educação superior e os estabelecimentos do seu sistema de ensino”. 

Ele foi instituído em 2001 e consiste na combinação dos critérios de desempenho  no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) e do índice de aprovação no Exame de Ordem.  

Dessa forma, a obtenção do Selo consiste em uma certificação pública da qualidade da graduação em Direito na IES, considerando-se que apenas as instituições que atendam critérios de excelência e qualidade são premiadas. 

Na última edição do prêmio, em 2018, dos 1.212 cursos que participaram da pesquisa divulgada pela OAB, apenas 161 foram premiadas com o Selo, o que evidencia a necessidade de melhorar os índices da esmagadora maioria das graduações em Direito no país. 

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Como funciona a classificação?

O indicador Selo OAB Recomenda é obtido a partir do percentual de aprovação dos bacharéis em relação ao total de participantes presentes nos Exames de Ordem somado à nota do Enade alcançada pelo curso. 

De acordo com exemplo retirado de documento disponibilizado pela OAB, tem-se que: 

“Se 33,50% dos examinandos presentes de um curso de Direito tenham sido aprovados nos Exames XIX (2016.1) ao XXV (2018.1) da OAB e que esse curso tenha recebido conceito 3 no Enade de 2015, a esse curso fictício seria atribuído o conceito 7, sendo elegível para o Selo OAB se não tiver parecer desfavorável da CNEJ/CFOAB no período considerado.”

Último ranking

No último ranking divulgado, em 2019, apenas 161 cursos foram premiados entre 1.212 concorrentes. O Selo OAB Recomenda é concedido a cada três anos e a lista completa das IES selecionadas, agrupadas por estados, pode ser conferida a partir da página 51 deste anexo.

Como conseguir o Selo OAB Recomenda?

A partir da análise dos números da última classificação, fica evidente a importância de elaborar estratégias que aumentem a taxa de aprovação no Exame da Ordem e que elevem a nota obtida pelo curso no Enade. Pensando nisso, separamos 8 dicas para sua IES colocar em prática. Veja abaixo! 

1. Apresente o Enade para os alunos

Ainda no início do curso é fundamental que a IES apresente o Enade para os estudantes. A instituição deve explicar sobre a prova e sobre a importância de uma nota alta entre os alunos concluintes. 

2. Prepare os alunos para as provas 

É importante que a IES promova avaliações periódicas em modelos similares aos aplicados pelo Enade e pelo Exame da Ordem

Para tanto, os coordenadores devem analisar as estatísticas dos últimos exames e reforçar disciplinas em que os alunos apresentarem maior grau de dificuldade para garantir o bom desempenho dos discentes no exame real. 

Além disso, a IES pode promover simulados para os alunos. Resolver provas antigas é um ótimo jeito de testar o conhecimento adquirido. Essa tarefa vai ajudar os estudantes a perceberem quais são os assuntos mais recorrentes nos certames e qual é o estilo de correção da banca examinadora. 

As avaliações de cada disciplina também devem ser elaboradas considerando os temas recorrentemente cobrados pelos editais dos últimos Exames. Assim, as questões resolvidas pelos estudantes durante a graduação servirão como base de conhecimento para o bom desempenho.

3. Revise o conteúdo estudado

O curso de Direito é conhecido por sua carga extensa de leituras e de conteúdo teórico. Além disso, por ser um curso com maior duração que outros cursos tradicionais, é possível que o aluno não lembre de tudo que foi aprendido ao longo da graduação. 

Portanto, a revisão é de grande importância para que o estudante relembre semestres iniciais e esteja mais preparado para a realização dos exames. 

A instituição pode, por exemplo, organizar aulões para cada disciplina cobrada que objetivem relembrar o conteúdo estudado durante o curso. Além disso, é possível organizar monitorias específicas para solucionar dúvidas acerca da matéria.

4. Utilize Metodologias Ativas 

As metodologias ativas objetivam transformar o modelo expositivo clássico de aula. O aluno se torna parte central, integrante ativa do seu processo de aprendizagem. 

O uso de metodologias ativas gera maior autonomia para o estudante e apresenta situações práticas essenciais à sua formação. Transformar o aluno em protagonista na sua própria educação gera engajamento e uma postura mais ativa em relação ao aprendizado. 

Além disso, as metodologias ativas promovem o incentivo de características como proatividade, colaboração, pensamento interdisciplinar e resolução de problemas, valores elementares à realização do Exame da Ordem e do Enade. 

5. Promova parcerias com empresas para estágios

A segunda etapa do Exame de Ordem da OAB consiste em uma prova prático-profissional que é composta por duas partes. A primeira é a elaboração de uma peça processual e, para a segunda, são apresentadas quatro questões discursivas.  Dessa forma, a segunda fase exige uma profundidade e especialização por parte do aluno que busca sua aprovação. 

Assim, todo o conhecimento adquirido ao longo de um estágio de graduação será de suma importância para a realização do Exame. A importância do estágio está em garantir a empregabilidade dos alunos concluintes, complementar o aprendizado e também em preparar o aluno para o Exame de Ordem. 

E é por meio de parcerias entre as instituições de ensino e empresas que priorizem os estudantes da IES na contratação para estágios que os coordenadores garantem que os estudantes adquiram experiência profissional e que estejam mais preparados para o certame. 

6. Adote o ensino híbrido

A adoção do ensino híbrido pode significar maior participação entre os alunos, autodeterminação para definir o processo de aprendizado e, assim, maior engajamento com a disciplina estudada. 

O aluno passa a protagonizar o processo, sendo responsável pela gestão do tempo e ritmo conferidos aos estudos. 

Dessa forma, o ensino híbrido gera diversos benefícios para a IES, já que se coloca como um agente transformador da educação, promovendo o uso de metodologias diferenciadas e a flexibilidade do tempo de aprendizado.

7. Ofereça suporte psicológico

Oferecer suporte psicológico para os estudantes é um importante meio de garantir a preparação para os exames. Grande parte dos alunos encontram desafios para controlar a ansiedade em relação à prova. A pressão de familiares, colegas e do próprio estudante consigo mesmo pode acabar atrapalhando seu desempenho no certame. 

Assim, a instituição de ensino pode optar por oferecer mentorias com exercícios de respiração e relaxamento que auxiliem os alunos a se manterem calmos no momento da prova, ou até mesmo profissionais que fiquem à disposição do corpo discente para atendimentos individuais. 

Colocando todas as estratégias em prática, sua IES estará cada vez mais próxima de alcançar o Selo OAB Recomenda. Aproveite para conferir o calendário do Exame OAB para este ano!

Fotografia com foco em uma estudante segurando um livro e sorrindo.

Aluno não é cliente

A palavra “cliente” em português deriva do latim “cliens”, que especifica ser o indivíduo que se torna dono de algo por meio de algum pagamento.

Sob o olhar do marketing, cliente é aquela pessoa que adquire algum produto ou serviço de uma empresa ou prestador individual.

Os estudos mais aprofundados do marketing dão conta de que o cliente pode ter muitas especificações, de acordo com a sua forma de adquirir e se relacionar com algo: comprador, usuário, consumidor, influenciador, especificador, ativo, inativo, recorrente, satisfeito, insatisfeito etc.

Em alguns casos, sugere-se a prática de um princípio muito conhecido por todos: “o cliente sempre tem razão”.

Diante do exposto, seria possível concluir: o aluno paga recorrentemente suas mensalidades para receber serviços educacionais, portanto ele é um cliente da escola e tem sempre razão.

Só que não!

O que o aluno compra de fato

Apesar de o aluno ter interesse em conquistar conhecimentos, na prática o que ele compra é um diploma.

Não fosse assim, bastariam as aulas de uma escola sem reconhecimento do Ministério da Educação (MEC) ou de um professor particular que não fornece um Certificado de conclusão. Mas isso não é suficiente.

O aluno busca e necessita de um diploma. É por meio dele que será possível seguir para os próximos níveis de escolaridade, dando saltos qualitativos e quantitativos em seus conhecimentos acumulados, tornando-se apto ao exercício de uma profissão no futuro.

Aqui reside a grande diferença entre o cliente e o aluno:

  • O cliente tem como única responsabilidade pagar pelo produto comprado.
  • O aluno tem como uma das suas responsabilidades pagar as mensalidades, mas ela não é única para que ele tenha a garantia de receber o seu diploma.

Além dos pagamentos contratados, é obrigação do aluno ter uma frequência escolar e uma média final acima do patamar mínimo exigido pela instituição de ensino.

Sem o atendimento dessas duas condições, o aluno não receberá o diploma tão aguardado.

Diferenças entre aluno e cliente

Reflita sobre mais algumas diferenças entre o aluno e o cliente, para que possamos evoluir para um ponto muito importante: como conquistar uma imagem positiva junto aos interessados no ensino oferecido.

Entre outras particularidades, temos:

  • Como cliente, sempre que você compra um produto ou serviço faz questão de recebê-lo.
  • Como aluno nem sempre isso acontece. O aluno pagou pela aula, o professor se esforça para entregar o serviço educacional, mas às vezes o comprador não quer receber: não é incomum surgirem pedidos para que a aula acabe mais cedo ou simplesmente não seja dada.
  • O cliente verifica a qualidade do produto ou do serviço antes da compra, podendo até mesmo exigir antecipadamente quem será o especialista que vai atendê-lo.
  • O aluno também busca qualidade, mas não tem como exigir qual será o seu professor, nem saber se as aulas que receberá serão fascinantes ou entediantes.
  • O cliente costuma comprar novamente para repor o mesmo produto ou serviço que ele aprovou.
  • O aluno jamais pagará de novo para cursar o mesmo nível que ele já frequentou e foi aprovado.

O que a instituição de ensino pode fazer

Analisadas essas diferenças, isso não significa que a instituição de ensino deva tratar o aluno como um pagante qualquer.

Ao contrário. Mesmo não se caracterizando classicamente como um cliente, o aluno precisa receber tratamentos especiais para ter alguns comportamentos de cliente: comprador, consumidor, influenciador, ativo, recorrente, satisfeito.

Quando pensamos que o aluno não tem condições de requisitar o educador que ele gostaria de ter na sala de aula, temos que imaginar que a maneira de ele exigir a qualidade esperada está focada essencialmente na imagem que a instituição de ensino construiu no mercado.

Existem muitas maneiras de forjar a reputação de uma instituição de ensino, mas ela decorre principalmente do marketing de influência ou, em outras palavras, do boca a boca.

Quem já estudou ou está estudando convive em um ambiente acolhedor, é reconhecido como ser humano e recebe um bom serviço educacional tem a tendência natural de compartilhar sua percepção positiva com seus pares, diretamente ou nas redes sociais.

Leia o artigo “Comunicação corporativa: como engajar alunos para melhorar a captação de matrículas” publicado no nosso blog para conhecer sete dicas práticas e fáceis para ter alunos que se transformem em embaixadores da sua marca.

Algumas escolas se tornaram referências em seus segmentos de atuação ou nas suas regiões de influência. Com isso elas conquistaram a preferência dos alunos ao desenvolver maneiras diferenciadas de se relacionar com eles no dia a dia.

O aluno influenciador

Entre os principais influenciadores para a escolha de uma instituição de ensino estão os pais e o próprio aluno.

Dependendo do que o estudante comente em casa e do que os pais acompanhem da prática dos estudos, eles influenciarão tanto a permanência do jovem na escola, quanto a decisão de vizinhos, amigos e parentes.

Fica a dúvida: como a instituição de ensino pode atuar sobre o aluno para que ele se comporte como um cliente-influenciador? Deixando claro para ele, a cada dia, quais são os diferenciais e benefícios oferecidos pela instituição.

Você só consegue repassar as informações que estão consolidadas na sua mente. Quanto mais você ouve sobre benefícios, mais fácil será justificar aos seus pares a sua decisão e a sua recomendação.

É preciso dar aos alunos argumentos para que eles consigam defender a escolha pela instituição.

Claro que há outras ações de comunicação que devem ser realizadas em paralelo, mas consolidar em impressos, mídias digitais e nos discursos internos quais são os diferenciais oferecidos é indispensável para dar forma concreta ao que antes era só um bom sentimento.

Aluno quer um ensino fraco

É verdade que vários alunos expressam o desejo de participarem de provas fáceis, trabalhos simples, aulas nada complexas.

Mas esses mesmos alunos são capazes de postarem em suas redes sociais comentários negativos falando da falta de profundidade do ensino que receberam e da baixa qualidade dos professores.

Portanto, fica um alerta: apesar do discurso solicitando facilidades, o que realmente faz a diferença no longo prazo é a qualidade do ensino e a profundidade da formação.

É importante desmistificar a falsa lógica de que o ensino tem que ser fraco para não provocar evasão no ensino. Ao longo do tempo, um ensino ruim se torna responsável por uma reputação comprometida, que afasta grande quantidade de interessados.

Cada instituição de ensino tem o seu perfil e valores que a caracterizam e devem ser respeitados. É fundamental que a comunicação institucional adote um planejamento que permita a construção de uma imagem sólida, capaz de transformar ex-alunos em eternos alunos.

Para isso, é preciso tratar o estudante como se fosse um cliente que quase sempre tem razão, embora isso não seja uma verdade absoluta.

Pense nisso: imagem é tudo, sede não é nada! Ou algo semelhante ao que dizia o slogan antigo de um refrigerante.

Banner de divulgação do ebook gratuito "Tendências 2021 para o ensino superior". Link para download: https://materiais.saraivaeducacao.com.br/lp-ebook-tofu-tendencias-2021?utm_source=blog-saraiva-educacao&utm_medium=banner-artigo&utm_campaign=material-rico

Fotografia de uma menina com expressão pensativa em frente a um notebook.

Como ajudar seu futuro aluno a escolher o curso superior?

Segundo o último Censo do Ensino Superior feito pelo INEP em 2019, o número de instituições de ensino superior (IES) públicas e privadas no Brasil chegou a 2.600, sendo 2.306 instituições privadas. Com o ensino semipresencial e EAD, a oportunidade de o futuro aluno gerir melhor seu tempo aumentou, porém a concorrência também.

Todos os anos, milhares de estudantes se formam no ensino médio. Sem contar pessoas mais velhas que decidem buscar uma graduação em outro momento ou trocar de curso por uma decisão equivocada. O que esses perfis possuem em comum? A maioria ainda não decidiu o que cursar e em qual IES estudar. 

Portanto, por que ajudar quem está procurando um curso? Além de ser o fator decisivo que dá início aos estudos, pode ser o momento para mostrar como sua instituição é a escolha certa. 

Com a finalidade de auxiliar a encontrar estratégias para essa questão, separamos quatro ideias que vão ajudar quem está indeciso, assim como auxiliar na captação para sua IES.

1. Crie uma dinâmica interativa que não exija aglomeração em centro de eventos

A feira de profissões costumava ser o evento realizado pelas instituições, para apresentar aos formandos do Ensino Médio, o mundo acadêmico e profissional. Devido à pandemia, muitas coisas precisaram ser repensadas, entre elas a feira de profissões.  

Por que não direcionar a verba desse evento para uma feira virtual? O único gasto aqui será com o desenvolvimento do site/plataforma e o retorno pode ser semelhante ao de uma feira profissional se bem divulgado, afinal todos podem acessar de onde estiverem. 

Para dar certo, é importante pensar na melhor forma de deixar o ambiente mais interativo. Colocar informações sobre quais cursos disponíveis, fotos/visitas virtuais da estrutura da instituição, depoimentos de alunos, criação de salas de bate-papo de cada curso para que alunos, professores e futuros alunos conversem, vídeos sobre as disciplinas de cada curso, entre outras opções. Quanto mais completa for a experiência, maiores serão as chances de dar certo.

2. Teste vocacional online

É uma das melhores alternativas para responder as dúvidas e conseguir leads qualificados. O teste vocacional pode ser oferecido em anúncios, escolas de ensino médio, como banner no site da instituição, entre outras possibilidades. Além de sanar uma das maiores dúvidas de quem procura um teste, a pessoa já vai estar no site da sua faculdade podendo enxergá-la como a melhor opção.

No mundo digital, existem algumas opções de serviços voltados à orientação profissional. Dentre elas, destacamos a BRG Educacional, que ajuda na captação de alunos para instituições de ensino superior através de seu teste de orientação profissional online. 

Esse teste gerou nos últimos anos mais de 3 milhões de leads e impactou alunos em mais de 5.000 cidades brasileiras. O teste aprofunda interesses dos usuários em diferentes áreas do conhecimento e customiza as perguntas de acordo com as respostas. A plataforma pode servir como atração de potenciais alunos para faculdades e universidades.

3. Influenciadores Digitais + Conteúdo sobre escolha profissional

Segundo uma pesquisa realizada pelo Valor Econômico, os 11 maiores “edutubers” somam 20 milhões de inscritos no YouTube. Além deles, outras redes sociais estão cheias de influenciadores do nicho educacional.

Com os vestibulares, muitos estudantes seguem esses influenciadores para ter dicas de estudos, do que cai no vestibular, entre outras coisas. Cada influencer possui uma característica e número de seguidores diferentes. Portanto, é possível utilizar vários influenciadores menores ou alguns maiores.

Possuir conteúdos sobre cursos, modalidades e carreira são essenciais, se mesclar com as parcerias corretas para divulgação vai chamar a atenção para o que sua instituição oferece.

4. Crie conteúdos e uma comunidade sobre a sua IES

Possuir um blog da IES é fundamental para gerar tráfego orgânico. Utilize-o para apresentar depoimentos e entrevistas com alunos e corpo docente, como funcionam os cursos, a metodologia da instituição, entre inúmeras pautas que são fundamentais para sanar questionamentos e apresentar uma faculdade preparada para receber este aluno. 

Explorar o e-mail marketing e as redes sociais é fundamental para alcançar os futuros alunos onde quer que eles estejam. Atualmente, o marketing de conteúdo é sem dúvidas uma ferramenta essencial para mostrar que uma IES é confiável, preocupada com seus alunos e em busca de melhorias constantes.

Leia também: marketing educacional: como posicionar a IES e atrair alunos?

Alunos de muitas faculdades costumam fazer um spotted que funciona como um canal de comunicação entre estudantes. Criar um canal oficial entre estudantes e futuros alunos pode gerar uma sensação de acolhimento, além de tirar dúvidas e apresentar mais sobre o curso, instigando o jovem a escolher aquela profissão.

Em suma, entender o perfil dos futuros alunos e o que querem é a chave para conquistá-los.

Percebeu a quantidade de oportunidades para se destacar no mercado e captar novos alunos? Com tantas mudanças acontecendo, aproveite para ler o artigo da BRG sobre Habilidades Fundamentais Para o Futuro.

Este artigo foi produzido pela BRG Educacional, parceira da Saraiva Educação.