Por que utilizar DONS? Conheça 8 motivos para adotar as Disciplinas Online Saraiva em sua IES!

Como tem sido a experiência da graduação em Direito em sua instituição de educação superior (IES) no contexto do ensino a distância?

A partir da pandemia do novo coronavírus, cursos presenciais no mundo inteiro foram obrigados a fechar suas portas e migrar para o ambiente virtual. Isso surtiu sérias dificuldades de adaptação por parte de alunos e docentes.

Reformular aulas pensando nesse novo ambiente é um grande desafio e um imperativo para garantir a sustentabilidade da IES no atual contexto. 

Segundo dados do Censo da Educação Superior 2019, mesmo antes da pandemia o ensino a distância já se revelava como o próximo paradigma:

Gráfico sobre evolução de matrículas no ensino presencial e no ensino a distância, entre 2009 e 2019. O número de ingressos na primeira modalidade decaiu desde 2014, em contraste com a segunda modalidade, que aumenta constantemente. Fonte: Censo da Educação Superior
Gráfico sobre evolução de matrículas no ensino presencial e no ensino a distância, entre 2009 e 2019. O número de ingressos na primeira modalidade decaiu desde 2014, em contraste com a segunda modalidade, que aumenta constantemente. Fonte: Censo da Educação Superior

O gráfico acima revela que o ensino online estabeleceu-se como tendência na educação superior. Em 2009, apenas 16,1% dos alunos ingressantes no ensino superior optaram por essa categoria. Com o avanço da tecnologia e criação de novos cursos EaD, esse percentual subiu para 43,8% em 2019.

Essa diferença representa um aumento de 378,9% no número de ingressos no ensino a distância. De fato, as IES deverão se adaptar à nova conjuntura para aproveitar essa oportunidade de crescimento.

Essa adaptação não significa, contudo, criar cursos virtuais lecionados de forma idêntica aos cursos presenciais. Aulas online expositivas, com 50 minutos de duração, não aproveitam todo o potencial de aprendizado dos alunos.

Mas, o que se espera, então, dos professores nesse novo cenário? Que se tornem produtores de conteúdo em vídeo, texto, animação e outras atividades, de um dia para o outro? Que desenvolvam prontamente todas essas atividades e, de alguma forma, conciliem-nas com suas outras tarefas pedagógicas?

Evidentemente, não. Existe uma solução tecnológica que produz conteúdos educacionais de qualidade em multiformatos. 

Essa solução é voltada para o curso de direito e se chama Disciplinas Online Saraiva (DONS). Neste texto, vamos apresentá-la e destacar 8 motivos para utilizá-la em sua IES, todos fundamentados em pesquisas científicas e dados objetivos que comprovam sua excelência. Continue a leitura para saber por que utilizar DONS em seu curso de Direito!

Você já conhece DONS?

As Disciplinas Online Saraiva (DONS) são um repositório de conteúdos educacionais digitais em Direito, organizados em disciplinas e que auxiliam os docentes na aplicação de um ensino digital dinâmico e inovador.

Em outras palavras, podem ser descritas como um banco de conteúdos em vários formatos, arquitetados com base no estado-da-arte em estratégias pedagógicas. São confeccionados por professores pós-graduados, especialistas em seus ramos e com atuação no mercado de trabalho.

Ao utilizar DONS, os materiais de cada disciplina da graduação em Direito são entregues no próprio ambiente virtual de aprendizagem da IES. O professor consegue utilizá-los de apoio, selecionando aqueles que melhor se adequam ao plano pedagógico da disciplina, complementando suas aulas, seja para disciplinas presenciais, híbridas ou online.

Por que utilizar DONS?

A seguir, iremos explicar o funcionamento desta solução por meio dos 8 principais motivos para adotá-la em sua IES.

Motivo 1: Disponibilize conteúdos em diversos formatos

O primeiro motivo que responde a por que utilizar DONS em seu curso de Direito é que são disponibilizados conteúdos em múltiplos formatos. Assim, é aproveitado o potencial de um ensino tecnológico, que consegue estimular o aluno de diversas maneiras.

Isso significa que o processo de absorção do conteúdo será otimizado – esse é o pressuposto principal da aprendizagem multimídia, um dos fundamentos pedagógicos da DONS.

Essa estratégia trabalha com a combinação de informações codificadas em diferentes meios (voz, imagens, palavras escritas, etc). Isso incentiva a ativação de diferentes áreas do cérebro e, por conseguinte, facilita o processo como um todo. 

Seu alicerce científico é a Teoria Cognitiva da Aprendizagem Multimídia elaborada por Richard Mayer, psicólogo educacional referência no assunto.

Confira, abaixo, os materiais fornecidos por DONS:

  • Texto de introdução: apresentação do tema que será estudado na unidade, de forma geral, explicando qual é sua importância e indicando bibliografia.
  • Mapa mental: representação da estrutura das informações da unidade, relacionando-as e facilitando, assim, o processo de fixação do conteúdo. Animações também são utilizadas nos mapas, ao lado de narrações.
  • Vídeo de apoio: apresenta o conteúdo de forma objetiva, com duração média de 10 minutos, lastreada nos princípios do microlearning.
  • Texto de apoio: expõe os pontos importantes que se relacionam ao assunto principal da unidade, contribuindo para que o aluno esteja mais preparado para assistir às aulas síncronas.
  • Quiz: testes aplicados para apurar a retenção dos conteúdos estudados até então.
  • Questões de exames oficiais: familiariza o aluno com as questões de concursos, questões do Enade ou questões baseadas nestes exames oficiais, com comentários corrigindo cada alternativa.
  • Questão discursiva: exercita as competências de pesquisa, redação, argumentação e pensamento crítico dos alunos. São mais complexas, cobrando, por exemplo, dissertação sobre algum posicionamento do Supremo Tribunal Federal ou algum estudo de caso. Essas questões possuem correção automática, por meio de palavras-chave, o que garante ao aluno um feedback automático de suas respostas.
  • Revisão OAB: crucial para que o aluno conheça e pratique resolução das questões do Exame de Ordem, que tem ficado cada vez mais árduo.

Motivo 2: Prepare seus alunos para o Exame da Ordem

Existe uma forte preocupação, em cada disciplina de DONS em preparar melhor o discente de Direito para sua aprovação no Exame da Ordem.

Não poderia ser de outra forma. O mercado de trabalho jurídico está extremamente competitivo atualmente, em função da grande quantidade de profissionais em exercício.

Há cerca de 1,8 mil cursos de Direito no Brasil atualmente, com média de 350 mil vagas anuais, e um total de 1,2 milhão de advogados registrados. Talvez por isso, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) tem aumentado a dificuldade da prova necessária para exercício da advocacia.

Segundo o relatório Exame de Ordem em Números, entre as edições II a XXIX do certame (de 2010 a 2019), apenas 61,26% dos participantes alcançaram aprovação. Na última edição estudada pelo documento, apenas 22,6% dos que prestaram foram aprovados.

Daí surge a necessidade de se repensar a graduação em Direito, para que o aluno se prepare, desde o início, para a prova da OAB. Isso auxilia a garantir sua empregabilidade

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Motivo 3: Ferramenta para metodologias ativas

Um dos objetivos de DONS é ser uma ferramenta para aplicação de metodologias ativas na educação superior. Por meio dessa abordagem de ensino, o aluno desenvolve habilidades tecnológicas, comportamentais e outras competências úteis à vida profissional e pessoal.

Em outras palavras, as metodologias ativas potencializam a capacidade de aprendizado, formando alunos preparados para o mercado de trabalho e para exercer sua educação continuada.

Isso ocorre por meio do uso das Tecnologias de Comunicação e Informação (TICs) no ensino. Por meio das TICs, são apresentadas diferentes técnicas de resolução de problemas aos alunos, estimulando competências de pesquisa e criatividade.

Motivo 4: Melhoria da experiência de aprendizado

Outro motivo para utilizar DONS se relaciona à melhoria da experiência de aprendizagem dos alunos. Por meio de conteúdos estimulantes em diferentes formatos, promove-se maior engajamento do corpo estudantil.

Na estrutura pedagógica de DONS, procura-se não só apresentar os conteúdos em si, mas a relação entre eles. Essa é a premissa da aprendizagem significativa, uma teoria de aprendizagem relacionada à teoria cognitiva. De forma resumida, seu pressuposto principal é a combinação de diferentes habilidades mentais para construir e fixar o conhecimento.

Raciocínio, linguagem, memória e outras competências cognitivas são estimuladas pelos materiais disponibilizados, como mapas mentais animados.

Motivo 5: Valorização dos professores

Existe uma falácia recorrente relacionada ao ensino a distância, que diz sobre a desvalorização dos docentes. O que ocorre, na verdade, é que seu papel na condução do processo de aprendizagem tem se alterado, mas sem reduzir a importância que possui para a formação do estudante.

A Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED) realizou uma pesquisa em 2020, conhecida como Censo EaD, que se constitui como um relatório analítico sobre aprendizagem nessa modalidade. Confira, abaixo, qual seria o papel do docente nesse contexto, de acordo com o que declararam as IES participantes do estudo:

Gráfico sobre o papel do tutor no ensino a distância. Destacam-se “tirar dúvidas referentes ao conteúdo” e “manter alunos motivados”. Fonte: Censo EaD 2020 .
Gráfico sobre o papel do tutor no ensino a distância. Destacam-se “tirar dúvidas referentes ao conteúdo” e “manter alunos motivados”. Fonte: Censo EaD 2020 .

Os resultados acima se relacionam a uma uma forte tendência conhecida como sala de aula invertida. Começou a ser utilizada a partir da década de 1990 na Miami University, e se consolidou como uma das principais inovações ocorridas no universo da educação.

Seu objetivo é romper com a lógica expositiva do ensino tradicional, em que o primeiro contato do aluno com a disciplina ocorre por meio da explanação do professor. Agora, os alunos fazem o contato inicial com o conteúdo por meio de uma leitura prévia, assim como ocorre em DONS.

Por isso, o professor ganha mais proeminência. Seu papel não é apenas expor a matéria, mas realizar discussões e conversas aprofundadas sobre o tema. Ao tirar dúvidas, conduzir esse espaço de troca e propor outras metodologias, é revelado seu verdadeiro potencial.

Certamente, o aluno é enxergado agora como protagonista do próprio aprendizado. No entanto, o professor é imprescindível para orientar e instigar o pensamento crítico. O conhecimento é construído, agora, por meio desse diálogo.

Motivo 6: Atender às Diretrizes Curriculares Nacionais

Para cada conteúdo produzido por DONS, são apresentadas e trabalhadas as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) relacionadas ao tema. Isso é um grande benefício para as IES, uma vez que muitos de seus professores relatam dificuldades em atender às DCN.

Além disso, em todas as disciplinas há conteúdos que passam por todos os níveis da Taxonomia de Bloom. Em linhas gerais, trata-se de uma estratégia educacional definida por uma hierarquia de objetivos para o ensino e aprendizado.

Seu uso dá origem a uma série de benefícios, como:

  1. Promoção de um aprendizado mais completo
  2. Auxílio no planejamento e definição dos objetivos de aprendizagem
  3. Melhor escolha de ferramentas e estratégias pedagógicas
  4. Avaliação do aprendizado de forma contínua
  5. Estímulo ao desenvolvimento de diversas habilidades

Motivo 7: Redução de custos

Ao lado de todos os benefícios relacionados à melhoria do ensino em Direito, adotar a solução DONS também desencadeia uma verdadeira economia de recursos para a IES.

Ao deslocar a experiência de aprendizado para o ambiente virtual, além de aproveitar todos os benefícios das TICs na educação, são reduzidas várias despesas. Como exemplo, podemos citar os custos com equipamentos para a construção de conteúdos EaD.

Esses gastos podem ser revertidos em melhorias na educação dos alunos, a fim de desenvolver o desempenho da instituição em parâmetros oficiais na avaliação do MEC. De forma mais específica, é interessante realocar estes recursos em:

  • Iniciativas de financiamento estudantil;
  • Aquisição de materiais;
  • Empréstimo de equipamentos eletrônicos, para aumentar a acessibilidade dos alunos aos conteúdos virtuais;
  • Ampliação da biblioteca da IES, ou aquisição de uma biblioteca digital de Direito;
  • Capacitação dos docentes, entre outros.

A inclusão de DONS no curso também representa economia de recursos do ponto de vista estudantil. O aluno passa a gastar menos com deslocamento até a unidade da IES, além dos custos com alimentação fora de casa.

A praticidade da educação a distância está diretamente relacionada à sua disseminação ao longo dos últimos anos. Não é à toa que cada vez mais alunos optam por essa modalidade.

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Motivo 8: Captação de alunos e sustentabilidade

Por que existe um número crescente de alunos interessados no ensino a distância?

Certamente, os efeitos da crise sanitária do covid-19 e seu isolamento social contribuíram para o crescimento dessa tendência. Mas, conforme destacamos no início do texto, trata-se de um fenômeno que já ocorria há dez anos e que foi apenas acelerado no último ano.

O perfil do aluno atualmente encaixa-se bem melhor nos modelos do ensino híbrido ou do ensino a distância. Na realidade, contudo, é possível e vantajoso aplicar DONS também em cursos presenciais, como suporte ao conteúdo ministrado presencialmente.

A questão é que, ao deslocar parte das atividades educacionais para o mundo virtual, o estudante ganha o privilégio de estudar em casa. Isso é ideal se levarmos em conta sua realidade: muitos alunos têm que conciliar os estudos com várias outras atividades de sua rotina.

Isso é particularmente válido no caso das graduações em Direito, em que o estágio é uma prática comum desde o início do curso. Além disso, muitos alunos também possuem trabalhos integrais. Importante ressaltar, também, a grave crise econômica que assola a sociedade nos dias de hoje.

É por isso que investir em soluções de ensino virtual significa promover a democratização do ensino.

Caso as IES desenvolvam cursos a distância sem aplicar as estratégias certas, no entanto, pode ocorrer a precarização do ensino. É o que se observou quando as instituições foram forçadas a migrar para o ensino remoto em 2020, sem que houvesse tempo de preparo.

A falta de preparo ocasiona a simples transposição de uma aula presencial para o ambiente virtual, iniciativa incapaz de manter a concentração do aluno. Na contramão, alguns professores sobrecarregam os alunos com muitos materiais. Nos termos do Censo EaD, 58,3% dos alunos relataram receber muitas atividades e conteúdos, de forma desorganizada.

Por que utilizar DONS? Ao fazê-lo, além de acessar todos os benefícios descritos neste texto, você consegue planejar melhor seu ensino a distância, prezando por um ensino de excelência que atraia cada vez mais alunos à instituição. Hoje, a previsão é que já sejam implantados cursos de direito integralmente a distância a partir do ano que vem. Não perca tempo e já prepare sua IES para a nova conjuntura! Converse com um especialista para adotar DONS em sua IES!

#TôComASaraivaEducação 10: FCB

A Faculdade Castelo Branco (FCB) tem 55 anos de história e está localizada na cidade de Colatina, no Espírito Santo. Hoje, ela conta com cursos técnicos, de graduação e de pós-graduação em diversas áreas. Além disso, em 2020 foi reinaugurada a Escola Castelo Branco, ligada à Fundação e focada, no momento, no ensino básico.

Neste artigo, falaremos mais sobre a FCB e a sua relação com a Saraiva Educação. Pretendemos mostrar, com isso, como essa parceria se tornou mais um case de sucesso.

Conheça a Faculdade Castelo Branco

A FCB conta, hoje, com inúmeros cursos, em diversos níveis de educação. Na graduação, eles se dividem em três grandes setores: o jurídico (no qual se insere o curso de Direito, por exemplo), o educacional (com cursos como Letras, História, Geografia etc.) e o de negócios (com os cursos de Marketing, Administração etc.). 

Graças a sua localização, a FCB recebe alunos de cerca de doze municípios vizinhos e é uma referência na região. Seu curso de Direito tem cerca de 250 alunos e é considerado uma prioridade, mesmo para aqueles que precisam percorrer grandes distâncias para cursá-lo.

O coordenador do curso de Direito, Deangelis Lacerda, conta que um dos principais valores da Fundação e o seu grande diferencial é a qualidade técnica associada à humanização da instituição. Nesse sentido, é uma prioridade para eles que haja um bom relacionamento com os alunos, levando em consideração suas particularidades e suas necessidades.

Por isso, a parceria com a Saraiva tem se mostrado muito positiva, sobretudo no que diz respeito ao uso da Biblioteca Digital Saraiva (BDS). 

A parceria entre a Biblioteca Digital Saraiva e a FCB

De acordo com Lacerda, a instituição já utilizava um serviço de biblioteca digital, além de possuir mais de uma biblioteca física, inclusive uma específica para o curso de Direito. No entanto, era necessário um serviço mais completo. Foi então que eles encontraram a BDS. 

“A outra biblioteca [digital] não atendia ao curso de Direito da forma como a Saraiva atenderia”, afirma Deangelis. “Era necessária uma biblioteca virtual que fosse mais especializada”, ele conta.

As vantagens da Biblioteca Digital Saraiva

 Para além dos muitos pontos positivos de ter uma biblioteca digital na sua IES, Deangelis destaca algumas vantagens específicas do uso da BDS na Faculdade Castelo Branco. De acordo com ele, a nossa evolução para o mundo digital é cada vez mais inevitável, e, com isso, algumas necessidades precisam ser priorizadas. Uma delas é a relação entre livros e tecnologia.

O fácil acesso ao material para estudo foi o grande destaque observado por Lacerda. De acordo com ele, essa possibilidade de consultar livros de qualquer lugar e por dispositivos móveis, como o celular e o tablet, ajuda os alunos a estudar e superar suas dificuldades.

Lacerda afirma também que muitos alunos, por morarem longe da faculdade, ganham, com a Biblioteca Digital Saraiva, a possibilidade de continuar tendo acesso a bons livros, sem que, para isso, precisem se deslocar até a faculdade ou atravessar problemas como a falta de exemplares disponíveis. Isso significa um aumento no conforto e uma menor preocupação logística.

Além disso, o coordenador destacou também a facilidade de atualização do acervo, o que possibilita conteúdos mais completos e recentes. Por fim, mencionou a familiaridade do público mais jovem com os livros digitais, o que torna o uso da plataforma melhor aceito por eles.

A BDS e a pandemia

Deangelis enfatizou a importância da BDS durante a pandemia da covid-19, nos anos de 2020 e 2021. “Nesse momento, essas questões tecnológicas se tornaram exigências da instituição e a Saraiva veio para, cada vez mais, nos ajudar no processo de ensino-aprendizagem”, afirmou.

A FCB realizou, durante um breve momento de 2020, um retorno ao ensino presencial para os alunos que se sentiram à vontade para voltar a frequentar a instituição, seguindo todos os protocolos de higienização e proteção. No entanto, o coordenador foi enfático ao afirmar que o uso da BDS foi essencial para a manutenção do ensino daqueles alunos que não puderam retornar. “Ele [o aluno] continuou com acesso às bibliotecas e a bons livros”, disse. “É inegável que a Biblioteca [Digital] Saraiva nos ajudou e nos ajuda muito, ainda mais nesses momentos de pandemia.”

O atendimento da Saraiva Educação e a plataforma BDS

A parceria entre a Saraiva Educação e a FCB tem se mostrado bastante positiva não apenas no que diz respeito às vantagens da Biblioteca Digital Saraiva, mas também em relação à prestação de serviços, ao atendimento e à plataforma. Lacerda enfatizou a qualidade dos materiais, a sua relevância para o curso de Direito e, mais que isso, a maneira como a plataforma da BDS é intuitiva e de fácil navegação.

“[Não tenho] nenhuma dúvida de que é fundamental, essa ferramenta, não só para a nossa instituição, mas para todas. E a Saraiva atende a gente perfeitamente”, ele disse. Afirmou também, em seguida, que não houve nenhuma reclamação de alunos ou professores que usam o serviço, nem nenhum tipo de problema com a plataforma. 

Lacerda disse ainda que os professores e alunos são incentivados a utilizar a BDS desde o primeiro período, e o fazem com extrema facilidade. Mesmo os docentes mais antigos não apresentaram dificuldades para se adaptar com essa nova ferramenta e a recomendação de livros virtuais é constante. 

Por que escolher a Saraiva Educação

Para Deangelis Lacerda, não há dúvidas quanto a indicar a BDS. “A gente indica porque ela é completa. No nosso ramo, é uma biblioteca que atende de maneira muito satisfatória as nossas necessidades. E vou mais além: tanto necessidades acadêmicas e pedagógicas, como necessidades profissionais.”

A Saraiva Educação está empenhada em transformar a educação e, para isso, se preocupa com novas formas de impactar o mercado e a formação dos seus alunos. A Biblioteca Digital Saraiva é apenas uma das inúmeras ferramentas de ensino oferecidas que visam melhorar o dia a dia dos discentes e auxiliar todo o processo de ensino-aprendizagem.

O nosso comprometimento é com o ensino de qualidade e com o acesso a materiais e ferramentas que permitam uma educação mais inclusiva. Como Lacerda apontou, a BDS ajuda inclusive alunos em condições mais vulneráveis a continuar estudando sempre, podendo, com isso, transformar as suas histórias. Então o que você está esperando para começar a mudar a realidade da educação no Brasil? Fale com um dos nossos especialistas agora mesmo!

Plantão Saraiva Educação #15: Segunda fase da OAB, prazo de participação no Fies e inscrições no Enem

Finalizando o mês de julho e a nossa série de conteúdos sobre financiamento estudantil, preparamos um guia completo sobre o tema para a sua IES! E não é só isso: no Plantão Saraiva Educação de hoje, você também tem acesso a informações sobre o Exame da OAB, Enem e Fies. Confira!

Segunda fase do Exame da OAB acontece no próximo fim de semana

Após um período de suspensão e de retomada das inscrições e da prova, a segunda fase do XXXII Exame de Ordem Unificado acontecerá no próximo dia 08 de agosto. Para auxiliar as instituições de educação superior na preparação dos estudantes para o Exame, a Saraiva Educação produziu uma série de conteúdos gratuitos para docentes e gestores educacionais. Confira alguns deles a seguir:

  1. Aprovação OAB: saiba como melhorar os índices de sua IES
  2. Guia completo do Exame OAB para a IES
  3. Veja estatísticas e saiba como melhorar o índice de aprovação OAB em sua IES
  4. Como funciona e como preparar os estudantes para a prova da OAB primeira fase
  5. Saiba como funciona a segunda fase OAB e como preparar os estudantes
  6. Confira o calendário do Exame da OAB em 2021 e entenda melhor cada etapa
  7. Selo OAB Recomenda: saiba o que é e como ter a sua instituição de ensino recomendada pela OAB

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Inscrições do Fies encerram hoje

Os estudantes que desejam concorrer a uma vaga por meio do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) têm até hoje, dia 30 de julho, para se inscrever no programa. Podem pleitear uma bolsa os estudantes que participaram de alguma edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010, e as inscrições devem ser realizadas no portal do Fies.

Os resultados dos pré-selecionados em chamada única saem no dia 03 de agosto. Para saber como ofertar vagas de sua IES no programa, confira nosso artigo sobre as regras para adesão ao Fies.

Enem tem o menor número de inscrições desde 2005

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), utilizado por muitos estudantes para pleitear vagas em universidades públicas e participar de programas de acesso ao ensino superior privado, como o Prouni e o Fies, recebeu o menor número de inscrições desde 2005: foram 3.109.762, divididas entre candidatos para a modalidade tradicional e a digital. No ano passado, o número, que já estava em queda, foi de 6,1 milhões.

Ebook sobre financiamento estudantil, da Saraiva Educação

Apesar de beneficiar milhares de estudantes e IES, os programas de financiamento estudantil governamentais, como o Fies e o Prouni, vêm sofrendo cortes ao longo dos últimos anos. E como as IES devem se posicionar para continuar promovendo maior acesso ao ensino superior? Neste ebook, abordamos os diferentes modelos de financiamento estudantil e como desenvolvê-los em sua IES. Confira!

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Plantão Saraiva Educação #14: Saiba como preparar a sua IES para a avaliação do MEC, data de aplicação do Enade em 2021 e mais!

A nova data de aplicação do Enade foi divulgada, as inscrições para o Prouni foram iniciadas e diversas IES estão recebendo a avaliação do MEC: essas foram as notícias da quinzena. Saiba mais no Plantão Saraiva Educação de hoje!

Data da aplicação do Enade em 2021 é divulgada

Após o adiamento do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) no último ano e as incertezas quanto à sua realização em 2021, foi publicada a Portaria MEC nº 494 no dia 8 de julho, que informou a nova data de realização do Exame: 14 de novembro de 2021,

Serão avaliados os cursos ano II do ciclo avaliativo e, de acordo com a portaria, devem realizar o Enade os estudantes dos cursos selecionados que tenham:

  • integralizado 80% ou mais da carga horária mínima do currículo, no caso de bacharelados e licenciaturas, e não tenham colado grau até o último dia do período de retificação de inscrições do Enade 2021, ou aqueles com previsão de integralização de 100% da carga horária do curso até julho de 2022;
  • integralizado 75% ou mais da carga horária mínima do currículo, no caso de Cursos Superiores de Tecnologia, e não tenham colado grau até o último dia do período de retificação de inscrições do Enade 2021, ou aqueles com previsão de integralização de 100% da carga horária do curso até julho de 2022.

Por outro lado, os estudantes concluintes no ano de 2020, que teriam que fazer o Exame caso não fosse feito o adiamento, estão dispensados do Enade neste ano.

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Inscrições para o 2° processo seletivo do Prouni em 2021 são iniciadas

As inscrições para o 2° processo seletivo do Programa Universidade Para Todos (Prouni) em 2021 se iniciaram na última terça-feira, dia 13 de julho, e se encerram nesta sexta, dia 16 de julho. O Programa disponibiliza bolsas de estudos parciais e integrais em instituições de educação superior privadas. Nesta edição, estão participando 952 instituições de ensino e sendo ofertadas 134.329 bolsas em 10.821 cursos. Das bolsas, 64.847 são parciais e 69.482 são integrais.

As inscrições são a primeira etapa de participação dos candidatos. Os selecionados ainda precisam confirmar as informações que comprovam o cumprimento dos critérios para o acesso às bolsas.

Se você deseja saber mais sobre como realizar a adesão da sua instituição de educação superior (IES) ao Prouni e outras informações sobre o Programa, acesse este artigo completo do Blog Saraiva Educação!

Conteúdos para se preparar para a avaliação do MEC

Se a sua IES está se preparando para receber a avaliação do MEC nos próximos dias, não perca tempo: separamos alguns conteúdos gratuitos e importantes para essa etapa:

Não deixe, também, de conversar com um consultor da Saraiva Educação para conhecer as soluções que podem auxiliar a sua IES a conseguir um bom desempenho!

Plantão Saraiva Educação #13: Indicadores do PNE atualizados, avanço na vacinação dos profissionais de educação e mais!

Desde o ano passado, o retorno às aulas presenciais é uma questão a ser respondida em meio às medidas de distanciamento social provocadas pela pandemia de covid-19. Com o avanço da vacinação, essa volta se torna cada vez mais próxima. Essa e outras notícias da quinzena você lê aqui, no Plantão Saraiva Educação #13!

Vacinação de profissionais da educação avança

Com o avanço da vacinação contra covid-19, a possibilidade de retorno às aulas presenciais ganha fôlego em diversas regiões. De acordo com dados disponibilizados no dia 29 de junho no painel do Ministério da Saúde, que leva em consideração as informações da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), 3.038.381 profissionais da educação básica já iniciaram a vacinação, sendo que, desse total, apenas 222.377 receberam a segunda dose.

Quando falamos do ensino superior, apenas a primeira dose foi aplicada e 292.893 trabalhadores da educação foram contemplados.

Neste contexto, grande parte das escolas privadas já voltaram às aulas presenciais com o formato de ensino híbrido. O cenário é diferente para a rede pública, que possui a maior parte de suas escolas ainda funcionando no modelo remoto.

No ensino superior, poucas são as regiões que retomaram as aulas presenciais de forma gradual. Mas, com a vacinação avançando e a queda do número de casos e da ocupação de leitos de UTI, as medidas de flexibilização passam a contemplar as instituições de educação superior (IES), como é o caso do Ceará, que passou a liberar as aulas presenciais no ensino superior nesta semana.

Série sobre programas de acesso ao ensino superior

Com a redução do número de vagas disponíveis em programas de acesso ao ensino superior em 2021, como foi o caso do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), inúmeros estudantes e IES sofreram os impactos relacionados às novas matrículas em cursos de graduação. Nesse cenário, as instituições e os alunos procuram por programas privados que ajudem a enfrentar esses desafios.

Por isso, durante o mês de julho, a Saraiva Educação produzirá uma série de conteúdos relacionados à participação das IES em programas governamentais e à elaboração de programas privados de financiamento estudantil. Toda segunda-feira, você poderá acessar um artigo relacionado à temática em nosso blog e também será lançado um ebook completo sobre o assunto. Fique atento!

Taxa Bruta de Matrículas aumenta, de acordo com dados atualizados do painel de monitoramento do PNE

No dia 25 de junho, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou os indicadores relacionados às metas do Plano Nacional da Educação (PNE) atualizados. A meta 12 diz respeito ao ensino superior, objetivando, até 2024, “elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% (cinquenta por cento) e a taxa líquida para 33% (trinta e três por cento) da população de 18 (dezoito) a 24 (vinte e quatro) anos, assegurada a qualidade da oferta e expansão para, pelo menos, 40% (quarenta por cento) das novas matrículas no segmento público.”.

De acordo com os dados atualizados:

  1. a taxa bruta de matrícula alcançou 40,7% em 2020. Em 2019, essa taxa era de 37,4%;
  2. a taxa líquida de matrícula, que diz respeito à taxa líquida de escolarização, alcançou 28%. Em 2019, essa taxa era de 25,5%.

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Plantão Saraiva Educação #12: matrículas no ensino superior privado aumentam, critérios para oferta de vagas no Fies são divulgados e mais

Se você perdeu o webinário com o professor Mitsuru sobre gestão de marketing e comunicações na IES, ainda dá tempo de assistir a gravação! E ainda tem mais informações importantes da quinzena no Plantão Saraiva Educação #12: estudo aponta que as matrículas no ensino superior privado aumentaram, o MEC divulgou os critérios para oferta de vagas no Fies e o professor Renato Avanzi fará um webinário sobre experiência do estudante com a Saraiva Educação. Continue a leitura para ficar por dentro de tudo!

Matrículas aumentam 2,4% no ensino superior privado

De acordo com 11º Mapa do Ensino Superior no Brasil, publicado pelo Instituto Semesp com dados de 2019 e estimativas para 2021, o ensino superior privado teve um aumento de 2,4% no número de matrículas. Ainda segundo o estudo, os cursos presenciais devem sofrer uma queda de 8,9% e os de Educação a Distância devem apresentar crescimento de 9,8%.

Porém, a taxa de evasão, que já era um problema antes da pandemia de covid-19, continua sendo uma questão. Conforme o estudo, espera-se que a modalidade presencial tenha 35,9% de perda de alunos, enquanto, na EaD, essa taxa chega a 40%.

Aluno não é cliente: participe do webinário gratuito com o professor Renato Avanzi

No dia 24/06, às 19h, a Saraiva Educação convida o professor Renato Avanzi para o webinário “Aluno não é cliente: como reter estudantes na educação superior”. A participação é gratuita, mediante inscrição, e dará acesso a um conteúdo rico sobre estratégias para melhorar a experiência dos alunos nas instituições de educação superior, aumentando a permanência desses estudantes.

Renato Avanzi é autor do livro “Marketing Motivacional” e coordenador do Master online de Comunicação Empresarial Transmídia da ESPM. Para participar, basta se inscrever clicando aqui!

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Edital com critérios para oferta de vagas no Fies é publicado

No dia 08 de junho, o Ministério da Educação (MEC) publicou, no Diário Oficial da União (DOU), o Edital nº 33, com informações sobre a oferta de vagas no processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do segundo semestre de 2021.

De acordo com o novo edital, as propostas com o número de vagas que serão ofertadas pelas instituições de educação superior (IES) no Fies deverão ser aprovadas pela Secretaria de Educação Superior do MEC. Os critério de seleção estão disponíveis no art. 8º da Portaria MEC nº 38, de 2021 e nos termos do Anexo I do edital.

Além disso, o edital também trouxe alterações em relação aos critérios de redistribuição de vagas em cursos que não contam com candidatos em lista de espera.

Leia também: guia completo da avaliação do MEC para IES

Professor Mitsuru H. Yanaze aborda gestão de marketing e comunicação nas IES em webinário com a Saraiva Educação

No dia 10 de junho, Mitsuru H. Yanaze, Professor Titular de Marketing e Comunicação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e Autor do livro Gestão de Marketing e Comunicação: Avanços e Aplicações, participou de um webinário com a Saraiva Educação sobre gestão de marketing e comunicações na IES. O professor respondeu a diversas dúvidas e trouxe um conteúdo rico sobre como atuar para a captação e retenção de estudantes no ensino superior.

Você pode assistir a gravação do webinário gratuitamente. Basta se cadastrar neste link! 

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Plantão Saraiva Educação #11: busca por cursos da área da saúde aumenta, MEC pretende simplificar as regulamentações do ensino superior e mais!

Oportunidade para as instituições de educação superior (IES) na área da saúde, proposta de desburocratização das regulamentações do MEC e interesse pelo ensino híbrido no período pós-pandemia: essas foram algumas das notícias da quinzena. Confira no Plantão Saraiva Educação #11!

Interesse por cursos da área da Saúde aumenta com a pandemia

De acordo com um levantamento publicado pelo Estadão em 31 de maio, os cursos da área da Saúde, como Medicina, Enfermagem, Fisioterapia, Farmácia e Biomedicina tiveram um expressivo aumento na busca pelos estudantes durante a pandemia de covid-19.

Os dados apontam um crescimento de mais de 200% em processos seletivos da área da Saúde quando comparados aos últimos anos. O aumento da procura vem em conjunto a um maior reconhecimento da sociedade em relação aos profissionais que atuam nos diversos processos que vão da detecção ao tratamento de covid-19.

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Ministro da Educação deseja desburocratizar a regulamentação para instituições de educação superior privadas

No dia 27 de maio, Milton Ribeiro, Ministro da Educação, anunciou a representantes de Instituições Privadas de Ensino Superior (IPES), no 13º Congresso Brasileiro da Educação Superior Particular, que um dos objetivos do MEC é simplificar os trâmites burocráticos relacionados à regulamentação dessas organizações. O Ministro ainda apontou que a avaliação externa virtual in loco, divulgada por meio da Portaria nº165, de 20 de abril de 2021, foi um passo nesse sentido.

Além da iniciativa apontada, Milton Ribeiro disse que o governo está planejando outras propostas de mudanças com o objetivo de simplificar as regulamentações para o ensino superior privado.

Leia também: Guia completo da avaliação do MEC para IES

Estudo aponta que pais e estudantes enxergam que, após impactos da pandemia na educação, acesso à internet deve ser direito social básico

No último Plantão Saraiva Educação, trouxemos o estudo “Vidas Interrompidas 2: em suas próprias vozes – O impacto da covid-19 na vida de meninas e jovens mulheres” que apontou a educação como a área mais afetada pela pandemia. O acesso limitado à tecnologia é um dos principais fatores que afetam negativamente a educação nesse período.

Ainda assim, de acordo com a pesquisa “Global Learner Survey 2021“, realizada pela Pearson em 4 países, estudantes universitários e pais de jovens de 11 a 17 anos acreditam que o ensino digital deve permanecer mesmo após a pandemia. Segundo o estudo, que contou com 6.000 participantes, a internet passou a se tornar um direito social básico com a pandemia. No Brasil, 83% dos pais e 86% dos estudantes entrevistados concordam com isso.

Para o futuro, 43% dos estudantes no Brasil apoiam o desenvolvimento do modelo de ensino híbrido. Nesse sentido, analisando os dados globalmente, 90% dos alunos acreditam que os governos devem adotar ações para viabilizar o amplo acesso à internet.

#TôComASaraivaEducação 09: FABE

A Faculdade Bertioga (FABE) está localizada na região Metropolitana da Baixada Santista, em São Paulo. A instituição oferece cursos presenciais de Administração, Ciências Contábeis, Direito, Gestão Tecnológica em Recursos Humanos e Pedagogia. 

Sua missão é promover a atividade educacional formativa de nível universitário por meio de uma atualização de qualidade, privilegiando o ensino e a extensão, com o objetivo de criar e disseminar cada vez mais o conhecimento.

Neste artigo, vamos apresentar a instituição de educação superior (IES) e mostrar como a parceria com a Saraiva Educação colaborou para que a FABE conquistasse a nota máxima no MEC! 

Conheça a FABE

Para manter a qualidade de seus cursos, a Faculdade Bertioga conta com um quadro de docentes de alto nível com grande experiência em suas áreas de atuação, aplicando as mais modernas e eficientes técnicas de ensino-aprendizagem em sala de aula.

Desse modo, a instituição se mostra atenta às necessidades da região, contribuindo para a produção, sistematização e disseminação nas diferentes áreas do conhecimento. A IES trabalha no desenvolvimento dos seus alunos para a atualização adequada na futura profissão, tornando-os aptos a interagir com os diversos fenômenos sociais e culturais. 

A FABE também é comprometida com valores e princípios de cidadania e democracia, privilegiando a prestação de serviços em projetos sociais e comunitários, que proporcionam ao discente a visão da realidade. Consequentemente, há uma contribuição positiva com a melhoria da qualidade na vida das pessoas.

Paulo Rufino é o atual diretor da faculdade, mas sua trajetória na instituição começou em 2006, ano em que atuou como professor. Em 2007, ele assumiu a coordenação de Direito e de 2015 a 2020 ocupou a vice-direção. 

Agora que você conhece um pouco sobre a FABE, veja como surgiu essa parceria de sucesso!

Parceria FABE e Saraiva Educação

Rufino aponta que sempre foi a favor da automatização e informatização de processos na instituição. No momento em que começou a atualizar a secretaria da FABE, também procurou pesquisar melhor sobre acervos e bibliotecas digitais

Assim que assumiu a vice-direção da faculdade, Rufino entrou em contato com um dos consultores da Saraiva e consolidou essa parceria, agregando um acervo completo à sua biblioteca.

“Particularmente, eu gostei muito da Saraiva. Confesso que no começo tive receio pelo custo, devido ao tamanho do meu acervo, mas conseguimos chegar em um valor que atendeu a todos”. 

Após a parceria estabelecida, o diretor aponta que ao longo de todos esses anos sempre houve a mesma qualidade ofertada pelo atendimento da Saraiva. “Toda vez que precisamos fomos bem atendidos e nunca ficamos com uma demanda em aberto com a Saraiva. Tudo sempre foi solucionado rapidamente”. 

Biblioteca Digital Saraiva

Antes de conhecer a Biblioteca Digital Saraiva (BDS), a faculdade utilizava seu próprio acervo físico. Assim, a compra de novas atualizações acontecia pela demanda das coordenações dos cursos, mas havia a dificuldade do alto custo em obter um número de obras necessárias.

“Nós tentávamos manter a biblioteca sempre atualizada, mas o nosso maior problema era conseguir a atualização dos livros com a quantidade de volumes necessários para atender a demanda dos alunos. Hoje, temos um acervo completo, tanto a bibliografia básica quanto complementar dos cursos, e o que é melhor: nosso acervo está sempre atualizado”, afirma Rufino.

Depois de implementada a biblioteca digital, o diretor comenta sobre a necessidade de se criar uma nova cultura na instituição para que professores e alunos passassem a utilizar o acervo digital. 

“Toda mudança, no começo, tem uma reclamação, pois muitos professores querem indicar outros autores e vários alunos gostam do livro físico. Então, é necessário criar uma familiaridade com o uso da ferramenta para que todos consigam acessar. Fizemos isso propondo que o professor utilizasse um autor da bibliografia básica e complementar do acervo, e que ele também solicitasse a mesma indicação aos seus alunos”. 

Vantagens da BDS

Passado o período de adaptação no acesso à biblioteca, a FABE obteve diversas vantagens com a nova solução. “A BDS resolveu principalmente a questão da atualização. Hoje, tenho uma maior quantidade de livros para a bibliografia dos cursos. Isso, inclusive, permitiu à instituição conseguir a nota máxima no MEC”. 

Além desses benefícios, Rufino aponta o fim da rotatividade dos livros, uma vez que os alunos passaram a acessar os livros online simultaneamente. “Chegamos a ter 350 acessos por livro e a base não fica sobrecarregada. Assim, os alunos têm acesso contínuo à leitura das obras para o desenvolvimento das suas atividades acadêmicas”. 

Isso se reflete na qualidade de ensino ofertada pela faculdade, que passou a captar mais alunos, como aponta o diretor. “Tem sido um marketing imenso apresentar a qualidade da nossa biblioteca. Hoje, os alunos que entram nos cursos já sabem sobre a biblioteca e da facilidade no seu manuseio”. 

A Inserção de soluções digitais na IES

Apesar das poucas resistências de professores e alunos no momento inicial, Rufino acredita que as instituições de educação superior precisam trabalhar com as novas tecnologias para trazer maior qualidade e democratização no processo de ensino, conciliando a educação presencial e digital

“Essas soluções são o futuro. Apesar de termos uma cultura muito offline, é possível agregar novas ferramentas e metodologias à prática pedagógica. No ensino tradicional, a faculdade e o professor eram apenas fontes de informação. Hoje, com maior acesso à informação, os educadores passam a ser fonte de interpretação das informações, de discussão sobre teorias, normas e suas aplicabilidades. O que potencializa muito o aprendizado do aluno”.

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Entenda o que é e como desenvolver a Aprendizagem Baseada em Problemas

Existem diversos tipos de metodologias ativas e um deles é a Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP). Trata-se de uma metodologia de ensino-aprendizagem em que a aquisição do conhecimento e o desenvolvimento das habilidades dos alunos estão interligados. 

Durante todo o seu processo, os alunos trabalham ativamente e colaborativamente na proposta de solução para algum problema indicado pelo professor.

Assim, eles aprimoram suas análises e sínteses de informações e se comprometem com o aprendizado.

Neste artigo, vamos aprofundar no conceito de Aprendizagem Baseada em Problemas e em como essa metodologia pode ser colocada em prática nas instituições de educação superior (IES). Continue a leitura até o final!

O que é a Aprendizagem Baseada em Problemas?

A Aprendizagem Baseada em Problemas, também conhecida pelo termo em inglês Problem Based Learning (PBL), é uma proposta pedagógica voltada para a aprendizagem significativa baseada na solução de problemas.

Porém, é importante destacar que o objetivo principal dessa metodologia não é simplesmente resolver um problema, e sim que ela seja utilizada como base para identificar os temas de aprendizagem para o estudo dos alunos, de maneira individual ou em grupos.

Nela, os alunos passam a assumir responsabilidade e confiança e precisam desenvolver a habilidade de dar e receber críticas orientadas pelo professor para a melhoria do desempenho.

Logo, a aquisição de conhecimento está relacionada à forma como eles aprendem sobre seu próprio processo de aprendizagem. Os conhecimentos se integram ao problema e não são adquiridos de maneira isolada ou fragmentada. Os estudantes passam a observar o próprio avanço no desenvolvimento de suas habilidades e competências.

Quando surgiu a Aprendizagem Baseada em Problemas?

O surgimento da Aprendizagem Baseada em Problemas se deu ao final da década de 60, com sua aplicação nas universidades McMaster, no Canadá, e Maastrich, na Holanda.

A base para a sua formulação seguiu os conceitos do psicólogo americano Jerome Seymour Bruner e do filósofo John Dewey.

Bruner afirmava que a educação deveria colocar os estudantes em contato com os problemas, de modo a incentivar a discussão de temas e a busca de soluções. A essa proposta se deu o nome de Learning by Discovery ou Aprendizagem pela Descoberta.

Dewey, por sua vez, defendia a ideia de que a educação precisa se basear na reconstrução da experiência. Ou seja, o contato com a realidade que irá possibilitar o crescimento e a motivação para a aprendizagem.

Embora tais ideias tenham inspirado a ABP, antes houve uma experiência embrionária na Harvard Business School, que em seguida foi recriada na escola médica de MacMaster.

Assim, a proposta foi disseminada em outras universidades e desenvolvida de forma mais significativa pela Universidade de Maastrich. A experiência realizada na instituição contribuiu bastante para a formação da base empírica dos princípios defendidos pela Aprendizagem Baseada em Problemas.

No Brasil, a ABP faz parte de propostas e debates pedagógicos há pouco tempo. Alguns de seus conceitos já permeavam os Parâmetros Curriculares Nacionais publicados em 1997 e também foram utilizados para nortear exames oficiais, como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Contudo, a introdução dessa abordagem no país aconteceu por meio de algumas IES. Primeiramente, a ABP foi adotada na Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA) e na Universidade Estadual de Londrina (UEL).

Depois dessa introdução, outras IES adotaram a metodologia, inclusive em áreas diferentes da saúde. Isso aconteceu pois a abordagem foi bem vista quanto à formação profissional, visto que ela dá ênfase em como os estudantes podem aplicar os conhecimentos disponíveis para a solução de situações que acontecem no exercício da profissão.

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Quais são os pilares dessa metodologia?

A Aprendizagem Baseada em Problemas tem como principal objetivo mesclar a teoria e a prática na educação. A intenção é fazer com que o aprendizado seja mais dinâmico e aconteça de forma simultânea, fazendo com que o aluno aprenda as bases teóricas e que realize a parte prática.

Assim, o estudante se torna muito mais engajado, especialmente pela metodologia dar oportunidade a outros métodos de ensino que diferem bastante da educação engessada das aulas tradicionais. Isso cativa o interesse de todos da turma, além de permitir que eles desenvolvam seus conhecimentos de forma mais abrangente.

O principal pilar da ABP é a organização da proposta pedagógica em torno da resolução de problemas, sem que ocorra a separação de disciplinas geralmente realizada. 

Além disso, há a preocupação do professor com o ato de lecionar a teoria e fazer com que a classe aplique os conteúdos vistos imediatamente, o que ajuda a fixar o aprendizado e explorar os conceitos.

Dessa forma, a Aprendizagem Baseada em Problemas se baseia em alguns pilares essenciais. São eles:

  • organização por temas em torno de problemas e não de disciplinas;
  • integração interdisciplinar;
  • combinação entre teoria e prática, com a aplicação do conhecimento para a solução de problemas;
  • ênfase no desenvolvimento cognitivo;
  • abordagem centrada no aluno.

Quais são os ganhos que a Aprendizagem Baseada em Problemas oferece?

A Aprendizagem Baseada em Problemas apresenta uma série de vantagens aplicadas à educação. Falaremos sobre algumas delas a seguir:

1. Estimula o aluno

Quando uma instituição de ensino adota a ABP, a primeira mudança diz respeito à postura do aluno. Dessa maneira, o ato de receber informações e reproduzi-las em uma avaliação conceitual deixa de ser uma opção, exigindo que o estudante abandone a passividade e sua zona de conforto.

Isso se dá pela mudança na prática dos professores, que deixam de passar os conhecimentos da disciplina enquanto o aluno apenas recebe as informações, sem utilizar o pensamento para debater tais pontos.

A partir da implementação da ABP, o aluno realmente precisa mudar de postura para começar a buscar o conhecimento de forma ativa. Sua avaliação não será feita com base na capacidade de reproduzir os conceitos, mas sim, buscando analisar se ele sabe aplicá-los em situações reais.

2. Forma indivíduos autônomos

À medida que a Aprendizagem Baseada em Problemas desenvolve nos estudantes a capacidade de analisar dados e formular conceitos por conta própria, ela rompe os efeitos da passividade em todas as esferas de suas vidas.

Como consequência, essa autonomia de pensamento traz grande influência não só na carreira do aluno, mas traz implicações sociais e políticas. Portanto, ele se torna apto a ser um indivíduo consciente de seu papel na comunidade que o cerca e desenvolve o desejo de impactá-la positivamente.

3. Desenvolve a cognição

De forma diferente do ensino tradicional, a ABP exige que os estudantes usem funções cognitivas mais complexas que apenas memorizar, reconhecer, identificar e ordenar informações. 

Ela envolve a aplicação de conhecimentos, manipulação de dados e variáveis, previsões, análises, elaboração e experimentação de hipóteses, entre outras possibilidades. 

Portanto, a metodologia promove um desenvolvimento cognitivo mais significativo. O aluno se torna mais apto a interpretar a realidade, prever consequências, propor soluções, executar ações e a usar o pensamento crítico para avaliar a possibilidade de realizar suas ideias.

4. Desenvolve a capacidade de trabalhar em equipe

Ao longo do século passado, personagens importantes da educação como Piaget, Vigotsky e Paulo Freire mostraram que a aprendizagem depende de uma ação de mão dupla. Isso mostra que a interação é importante para os alunos.

Assim, com a ABP os estudantes passam a desenvolver e exercitar habilidades como empatia, análise e argumentação, ao mesmo tempo em que aprendem sobre determinada disciplina.

Durante as atividades em equipe, os alunos são expostos à construção coletiva do conhecimento, que possibilita a troca de experiências e o contato com percepções distintas. 

Além disso, são mais capazes de ouvir e respeitar opiniões diferentes, a fim de alcançar um objetivo em comum.

Como a ABP funciona na prática?

Podemos dividir o funcionamento da ABP em 5 etapas:

1. Contextualização

A contextualização do problema é parte essencial dessa metodologia, uma vez que se faz necessário que o aluno entenda o entorno do problema para que se tenha ideias e sugestões sobre como iniciar sua pesquisa. 

O professor pode comentar o contexto social e histórico que envolve a questão, mesmo que seja necessário o trabalho com a interdisciplinaridade para auxiliar ou dividir o conteúdo abordado com outra disciplina.

Neste momento, é importante atrair os olhares dos estudantes para fomentar a curiosidade e relacionar o problema a conteúdos que podem auxiliá-los durante as pesquisas.

Também é necessário combinar um prazo ideal para o desenvolvimento do trabalho, de modo que não seja demasiado apertado, nem longo demais.

2. Apresentação do problema

Após os estudantes receberem a questão-problema, eles se organizam em grupos (cerca de 4 a 5 alunos por grupo). 

O professor deve fornecer as orientações básicas a cada grupo, para que os alunos iniciem suas pesquisas e registrem cada passo da aprendizagem. 

3. Resolução do problema

Após coletarem informações, os alunos discutem o que fazer com os resultados encontrados. Assim, eles analisam o que se encaixa melhor para buscar a solução do problema. 

O professor deve manter o acompanhamento das análises dos integrantes de modo a orientar melhor os trabalhos dos grupos em determinada questão.  

4. Apresentação dos resultados

A apresentação dos resultados visa expor de forma sucinta os dados das pesquisas feitas e as soluções desenvolvidas. 

É importante que o professor abra espaço ao final de cada apresentação para que os outros grupos possam contribuir com sugestões e sanar possíveis dúvidas dos alunos.

5. Avaliação

Habilidades como: leitura de textos científicos, trabalho em equipe, desenvolvimento de pesquisa, planejamento e desenvolvimento de soluções são trabalhadas a todo o momento na Aprendizagem Baseada em Projetos. Elas podem e devem servir como referências para a avaliação dos alunos. 

Assim, o professor pode considerar todos esses fatores e não somente o conteúdo que está sendo aprendido pelos alunos. 

Leia também: 5 dicas sobre como aplicar metodologias ativas na prática

Como elaborar um plano de aula para a Aprendizagem Baseada em Problemas?

Como foi apresentado ao longo deste artigo, a metodologia ABP parte de um problema proposto pelo professor para estimular o desenvolvimento de soluções e fomentar a aprendizagem de conceitos que tangem a questão.

Para que a aula funcione bem, o professor deve orientar os alunos em leituras que facilitem o desenvolvimento do projeto, porém é importante que eles tenham autonomia para se organizarem sozinhos. 

A seguir, preparamos um passo a passo de como elaborar um plano de aula para a metodologia de Aprendizagem Baseada em Problema. Acompanhe!

1. Explique sobre os objetivos da aula

Após organizar os grupos, alinhe com todos os alunos quais serão os objetivos, a justificativa e a questão a ser resolvida. 

Em seguida, oriente-os a lerem textos de referência e a anotarem demais questões que surgirem para ajudá-los a conduzir o trabalho e as pesquisas.

O professor também pode verificar quais conceitos da matéria já foram estudados que podem ser relacionados com o conteúdo e, assim, complementar com os temas e conceitos que achar pertinente.

2. Oriente sobre os assuntos

Em seguida, o professor deve atribuir sugestões de materiais de fontes confiáveis aos alunos, como livros digitais e/ou físicos, artigos, revistas, sites etc, para uma pesquisa mais aprofundada sobre o problema definido.  

Como participantes ativos, os alunos deverão salvar os dados mais relevantes e compartilhar as descobertas que servirão de base para o preparo da pesquisa em grupo.

3. Compartilhe as soluções

O processo da Aprendizagem Baseada em Problemas raramente tem uma resposta correta. Portanto, nessa etapa, os participantes dos grupos reúnem o máximo de soluções que conseguirem encontrar para o problema. 

Assim, quando todos terminam o processo, é hora de compartilhar as soluções com toda a turma.  

4. Planeje a apresentação final

É aqui que os alunos mostram para a turma como foram suas experiências até chegar na compreensão e solução do problema em questão.

Isso os ajuda a pensar criticamente sobre o que funcionou bem e o que poderia ser melhorado para a próxima pesquisa. Além disso, eles desenvolvem a autocrítica, fazendo-os pensar nas ações e atitudes em relação ao problema proposto.  

Porém, antes de iniciar essa atividade, o professor deve conversar com a turma para estabelecer uma data de apresentação dos resultados finais e do tempo de apresentação para cada grupo.

Também é importante perguntar quais serão os meios utilizados na dinâmica, para que haja uma preparação técnica antecipada. Cada grupo pode optar por apresentar as soluções por meio da tecnologia que for mais conveniente, como painéis de discussão, apresentações multimídia, vídeos etc. 

5. Avalie os alunos

Como já apontamos antes, os alunos precisam ser avaliados além do conhecimento adquirido. Portanto, o professor pode pontuar os seguintes quesitos do processo:

  • organização do grupo;
  • entrega de sínteses, relatando cada passo do processo;
  • qualidade da pesquisa desenvolvida pelo grupo;
  • entrega dos principais dados obtidos;
  • criatividade na apresentação;
  • proposta de solução para o problema;
  • entre outros pontos que julgar relevante.

Vale ressaltar que essa metodologia é melhor aproveitada quando as etapas são divididas ao longo de diversas aulas. Assim, os alunos possuem mais tempo para a construção da aprendizagem.

Esperamos que essas informações tenham esclarecido suas dúvidas sobre a Aprendizagem Baseada em Problemas. Aproveite para ler também o nosso guia completo sobre metodologias ativas!

Plantão Saraiva Educação #10: Educação é a área mais afetada pela pandemia e diretrizes para Comissões de Avaliação da pós-graduação

Chegamos à 10ª edição do Plantão Saraiva Educação! Hoje, além de dicas de leituras, trouxemos um estudo sobre os impactos da pandemia na educação e a notícia sobre a divulgação das diretrizes para Comissões de Avaliação da pós-graduação. Continue a leitura para conferir!


Estudo aponta que a educação foi a área mais afetada pela pandemia

O estudo “Vidas Interrompidas 2: em suas próprias vozes – O impacto da covid-19 na vida de meninas e jovens mulheres”, realizado pela ONG Plan International com mulheres do Brasil e outros 13 países, apontou que, para as participantes, a educação foi a área mais atingida pela pandemia de covid-19. A pesquisa foi conduzida entre junho e julho do ano passado e ouviu 7 mil mulheres de 15 a 24 anos.

De acordo com as participantes, a educação em casa foi negativamente afetada por fatores como acesso limitado à tecnologia, suporte insuficiente das instituições de ensino, espaço físico, solidão e tarefas domésticas.

As dificuldades se desdobram em impactos ainda maiores: segundo a primeira etapa do estudo, divulgado ainda em 2020, 19% das participantes acreditam que serão forçadas a suspender temporariamente os estudos por conta da covid-19 e 7% das mulheres receiam precisar abandonar a escola.

Acesse a pesquisa clicando aqui.

Leia também: Educação pós-pandemia: cenário e como superar os desafios na IES

Diretrizes para Comissões de Avaliação da avaliação quadrienal de 2021 são divulgadas pela CAPES

No dia 13 de maio, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) divulgou os princípios, objetivos e requisitos mínimos para composição e funcionamento referentes às equipes que farão o assessoramento técnico-científico das Comissões de Avaliação que atuarão junto à Avaliação Quadrienal da pós-graduação stricto sensu neste ano.

As informações podem ser conferidas na Portaria nº 80, de 12 de Maio de 2021, que você pode acessar clicando neste link.

Leia também: Conheça os principais pontos da legislação sobre pós-graduação no Brasil