Como funciona uma biblioteca digital: fotografia de uma pessoa lendo um livro digital.

Entenda o que é e como funciona uma biblioteca digital

Quando foi a última vez que você foi a uma biblioteca, andou pelos corredores (talvez se perdeu) e procurou um livro? Qual foi a última pesquisa que você fez no Google? Quando? Por que você foi à biblioteca e não buscou somente na internet? Quantos livros de papel você leu no último ano? Quantas páginas digitais você leu no último mês? Afinal, como funciona uma biblioteca digital? 

Respondendo a essas perguntas, podemos notar como os hábitos de leitura se transformaram em uma velocidade impressionante nas últimas décadas. Não é incomum escutarmos frases como “o jovem hoje não lê”, “ninguém mais lê”, mas será que é verdade? As pessoas de fato não leem mais ou o aparato físico de leitura se tornou obsoleto? As pessoas não precisam mais dos livros ou buscam por outras opções mais práticas de leitura dentro da sua rotina? 

Os livros seguem sendo referência fundamental em qualquer processo educacional, do ensino básico à pós graduação. Então, como aceitar tão facilmente essa ideia de que estão esquecidos?  

É verdade que hoje buscas na internet solucionam muito do que antigamente apenas as enciclopédias podiam cumprir. No entantoas buscas online trazem a tiracolo um enorme desafio: a confiabilidade e referência da informação. 

Qualquer metodologia de ensino de qualidade não abre mão de referências bibliográficas conceituadas e que trazem informações e estudos confiáveis e referenciados, sobretudo no Ensino Superior. Cria-se então o impasse entre a pouca acessibilidade das bibliotecas físicas e seus livros de papel e a facilidade e interatividade das buscas sem confiabilidade da internet. 

É nesse universo que as bibliotecas digitais surgem unindo o melhor de cada situação e criando um terceiro cenário em que confiabilidade, praticidade, interatividade, conforto, acessibilidade e democratização ao conhecimento se encontram. 

No caso das IES, a implementação de bibliotecas no formato digital representa não só uma redução de custos como coloca a instituição bastante à frente no processo de modernização da educação e configura forte investimento na atual tendência educacional dos modelos híbridos de ensino: aqueles que unem o melhor do formato presencial com o melhor do EAD. 

Afinal, o que é e como funciona uma biblioteca digital? 

Uma biblioteca não depende de paredes ou forma física dos documentos para existir. Ela éantes de tudo, um conglomerado organizado de obras referenciadas que transmitem conhecimentos, cultura e história. Ou seja, nada impede que uma biblioteca seja estabelecida com igual, ou mais, valia no ambiente digital. 

Apesar de ainda pouco conhecida no Brasil, o formato de bibliotecas digitais tem se popularizado e é louvável que existam cada vez mais. Uma biblioteca digital pode oferecer todo o conteúdo de uma biblioteca física de maneira ainda mais organizada e fácil acesso.  

Por ela alunos conseguem encontrar conteúdos com facilidade e interagir com mobilidade máxima, de qualquer lugar a qualquer hora. Sem contar que em um acervo digital os livros ficam disponíveis por tempo indeterminado e sem fila de espera para cada aluno. 

Uma biblioteca digital vai reunir títulos selecionados com o mesmo critério de bibliotecas físicas, mas disponibilizados por uma plataforma digital que auxilia nas buscas, organização e gestão desse espaço virtual. 

Deu para entender melhor como funciona uma biblioteca digital? Então vamos às suas vantagens! 

Quais as vantagens de uma biblioteca virtual? 

Uma biblioteca digital potencializa a interação dos alunos com um formato que hoje faz muito mais parte de suas rotinas, o digital, e por isso acaba funcionando como uma política de incentivo à leitura, o que, por si só, já é uma enorme vantagem dentro do processo educacional. 

Estimulado, o aluno vai estar mais disposto a buscar por conteúdos complementares e aprofundar seu processo de aprendizado naturalmente. 

No entanto, as vantagens de uma biblioteca digital se estendem para além disso. Abaixo vamos conversar sobre algumas delas. 

Democratização do acesso 

Livros possuem, na maioria das vezes, valores elevados de aquisição. Uma IES com biblioteca digital disponibiliza democraticamente todas as obras a todos os alunos sem que eles tenham limitações de aquisição. 

Acessibilidade 

Uma biblioteca física tem limitações como a quantidade de alunos que pode acessar um material e filas de espera.  

Com a biblioteca digital, esse problema deixa de existir. Cada aluno pode permanecer e consultar simultaneamente a obra desejada pelo tempo que quiser sem ter de esperar a devolução. Além disso, pode ter acesso a diversos livros ao mesmo tempo, de onde quiser e na hora mais adequada à sua rotina. 

Multiplataforma 

As obras podem ser acessadas de diversos dispositivos como celulares, tablets ou computadores da instituição ou pessoais. 

Interatividade e facilidade de buscas 

No formato digital, a biblioteca oferece para o aluno um sistema de buscas mais eficiente e interativo, sobretudo quando se tratam de assuntos ou trechos específicos, promovendo a otimização do tempo de estudo. 

Atualização do acervo sem custos adicionais 

Adotando uma biblioteca digital, a IES estará sempre oferecendo aos seus alunos um acervo em constante atualização sem custos adicionais. 

Facilitação da gestão 

Para a IES essa é outra vantagem prática, a gestão torna-se automatizada, não existem mais multas para gerenciar ou prejuízos com materiais danificados ou perdidos. 

Sem limitações físicas 

É obvio, mas não custa lembrar, que a biblioteca digital permite a reunião de incontáveis títulos sem qualquer limitação de quantidade. 

O que o MEC diz sobre as bibliotecas digitais? 

Ministério da Educação não só recomenda, como posiciona as bibliotecas digitais como altamente desejáveis ou até obrigatórias em alguns casos. 

Atualmente para atender aos parâmetros que estabelecem a regulamentação do EAD as bibliotecas digitais são fundamentais.  

Vale lembrar que, desde 2017, a atualização de diversas normas da Educação Superior passou a exigir o tombamento e informatização do acervo físico.  

A demanda do acervo virtual seria também uma das formas de solucionar a obrigação de um “contrato que garante o acesso ininterrupto pelos usuários”. Por mais que essa não seja uma exigência obrigatória, ela figura entre os quesitos necessários para obter nota 5 nos indicadores de avaliação do Inep sobre instituição. 

Essas demandas fazem parte da pontuação do Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação Presencial e a Distância (IACG) que lida com a autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento – nos graus de tecnólogo, de licenciatura e de bacharelado para os cursos de todas as IES. Para conferir a regulação completa basta acessar a aba “Instrumentos” no site do Inep. 

Com este artigo, deu para entender bastante sobre como funciona uma biblioteca digital e a sua importância para a IES, não é mesmo? Aproveite para saber mais sobre a tecnologia no ensino com o nosso artigo sobre esse assunto! 

Retenção de alunos no ensino superior: fotografia de uma estudante segurando livros.

10 ideias para melhorar a retenção de alunos no ensino superior

Já há alguns anos o índice de matrículas nas Instituições de Ensino Superior privadas seguem consistentemente em expansão. No entanto, um dos principais desafios segue sendo o mesmo: controlar a evasão escolar e, consequentemente, melhorar a retenção de alunos no ensino superior 

Como podemos observar a partir do Censo de Educação do Ensino Superior 2018, realizado pelo INEP e publicado em 2019as matrículas não parecem ser foco de problema para o setor privado, sobretudo com a expansão do ensino à distância.  

Todavia, um aspecto chama a atenção sobre a atuação do setor administrativo das IES: as campanhas referentes a matrículas e captação de alunos na maioria das vezes ganham mais atenção do que aquelas dedicadas à retenção dos estudantes. 

Fica aqui uma chamada para os administradores: evasão escolar não dá para ser solucionada apenas com uma abordagem, ela deve ser desenvolvida ao longo de todo curso e merece a sua atenção, pois é um dos maiores problemas enfrentados na administração de uma IES. 

As causas mais comuns para a evasão são:  

  • dificuldade financeira; 
  • insatisfação com o curso (seja pela qualidade ou escolha equivocada); 
  • falta de empregabilidade; 
  • notas baixas.  

Pensando em como encaminhar soluções para esses problemas, propusemos abaixo 10 ideias para você aumentar a retenção de alunos da sua IES. Continue a leitura!  

1. Invista na retenção de alunos no ensino superior 

Não deixe para atuar quando o aluno já estiver decidido a abandonar a Instituição. Assim como a administração investe no setor de matrículas, é necessário investir em um setor para lidar com a retenção de alunos. 

Este é um trabalho de tempo integral e que demanda uma equipe ativa e disposta a atender e pensar em como solucionar os problemas dos alunos antes mesmo que o próprio aluno tenha consciência do seu problema. 

2. Faça uma comunicação direta, acessível e transparente  

Uma boa comunicação com o aluno desde o início do curso é fundamental. É de extrema importância que o aluno perceba que a sua opinião é importante para a IES e que suas reclamações serão sempre ouvidas. 

Para isso, invista em construir uma relação de confiança com o aluno. Pode ser que nem sempre você tenha uma solução viável para o problema que ele apresenta, mas nunca minta sobre isso e coloque essa relação em risco.  

Seja transparente e faça com que ele se sinta, de fato, ouvido, todas as vezes que procurar a IES para reportar alguma reclamação ou dúvida. 

Um relacionamento humanizado e de confiança entre instituição e aluno gera um sentimento de lealdade e fidelidade do estudante em relação a IES.  

Além disso o aluno saberá que terá sempre uma acolhida e disponibilidade da instituição para auxiliá-lo na resolução de potenciais problemas. Lembre-se que se o aluno precisar de resolver sozinho, a chance de a “solução” ser o trancamento ou desistência do curso é muito maior. 

3. Utilize estrategicamente as redes sociais 

Utilizar as redes sociais da Instituição apenas como vitrine é uma subutilização de todas as potencialidades que ela traz.  

Pense e utilize as redes como ferramenta de monitoramento e engajamento da relação entre IES e estudantes. Elabore e incentive campanhas identitárias e de interesse dos alunos para que eles interajam e se sintam ainda mais parte da instituição.  

Não se esqueça também que as redes sociais são o principal local da disseminação de reclamações sobre qualquer assunto. Por isso, não perca a oportunidade de acompanhar os grupos e fóruns dos alunos da IES.  

Responda o mais prontamente possível a todas as reclamações que surgirem e tente encontrar soluções, chame o aluno para conversar e lide com a situação num estado de “prevenção de crises”. 

A presença nesses grupos e interação com os perfis dos alunos é também mais uma oportunidade de fortalecer a relação e demostrar como a IES se importa com cada um e está de portas abertas ao diálogo. 

4. Demonstre e promova o sucesso dos profissionais que a IES forma  

O receio da recepção e empregabilidade do mercado de trabalho para os profissionais que você está formando constituem uma grande preocupação, afinal foi visando um bom emprego que esses estudantes ingressaram na sua instituição. 

Por isso, uma boa dica para melhorar a retenção de alunos no ensino superior é criar situações e eventos para apresentar ex-alunos da IES que estão bem posicionados no mercado aos estudantes. Demonstre como eles tem potencial de alcançar o mesmo patamar. 

Um diferencial enorme aqui é se você conseguir facilitar essa inserção do aluno concluinte no mercado de trabalho. Para isso, busque parcerias com empresas que possam oferecer oportunidades para os seus profissionais recém-formados.  

Apresente para ela seus comprovantes de qualidade de ensino e veja quais outras vantagens você pode oferecer. Quem sabe uma palestra ou um desconto para os funcionários que se interessarem em uma pós graduação? 

5. Crie canais de facilitação de estágio 

Que tal viabilizar a criação de agências internas dentro do curso que atendam o mercado de trabalho? Essa é uma excelente forma de engajar o aluno com a instituição e aproximálo  do mercado de trabalho. Busque por empresas ou instituições que sejam facilitadoras ou potenciais clientes para essas agências.  

Proponha também parcerias e trocas com empresas e outras instituições por oportunidades de estágio para os seus alunos. 

6. Promova incentivos e auxílio para pagamentos 

Esse é um dos pontos de mais sensibilidade quando tratamos da evasão nas IES, ponto crítico para aluno e instituição. Seja flexível para essa negociação. 

Acompanhe de perto os pagamentos de mensalidade e, aos primeiros sinais de inadimplência, procure o aluno para conversar e proponha soluções viáveis de negociação para ambos. 

Esteja sempre em busca também de programas de crédito estudantil que possam oferecer um bom suporte para os seus alunos. 

Por outro viés, incentivos como bolsas e descontos são sempre ótimos fidelizadores. 

7. Ofereça reorientação vocacional e suporte psicológico 

Existem várias razões que podem levar à frustração do aluno com o curso, desde uma não identificação real com a área até um desencontro entre a expectativa inicial e a realidade encontrada.  

Observe de perto seus estudantes. Notas baixas e ausências frequentes são potentes indicadores de que essa relação entre o curso e o aluno está em crise.  

Aborde esse aluno e tente entender o que está acontecendo. Auxilie-o na busca por soluções antes que ele encontre uma porta de saída sozinho. Forneça o suporte psicológico que ele necessita para a situação e se for o caso ajude-o nessa recolocação vocacional. 

8. Demonstre seus resultados qualitativos 

Uma instituição com qualidade reconhecida pelo mercado é um grande atrativo e fidelizador dos alunos, não se esqueça disso.  

Não utilize seus resultados qualitativos apenas para atrair os alunos para a sua instituição, lembre-os disso ao longo do curso e atualize os dados sempre que obtiver novos resultados. 

Promover esses dados em meio à comunidade acadêmica e veículos de comunicação são também estratégias interessantes. 

9. Facilite o acesso dos materiais por plataformas e acervos digitais 

O intuito deve ser sempre facilitar o acesso do aluno aos materiais didáticos que ele precisa a qualquer hora e local. Para isso busque por ferramentas e plataformas que permitam à instituição fornecer esse suporte. 

Além da praticidade, o aluno se sentirá constantemente amparado pela instituição. 

Acervos digitais, por exemplo, são grandes aliados que podem disponibilizar para o aluno, além dos conteúdos abordados no curso, materiais extras dos assuntos que ele deseja se aprofundar. 

10. Invista no formato híbrido 

O formato EAD foi um dos principais responsáveis pelo aumento da entrada de alunos nas IES nos últimos anos ele tende a crescer cada vez mais; sobretudo diante da nova rotina imposta pela Pandemia de Covid-19 que eliminou vários preconceitos que ainda existiam sobre o formato. 

A tendência é que os formatos híbridos de ensino ganhem mais espaço, aliando a melhor parte do ensino presencial com a melhor parte do EAD.  

Um ensino híbrido facilita a adequação da rotina do aluno ao andamento do curso, além de promover melhores aproveitamentos. Não deixe de dedicar uma boa parte do seu planejamento estratégico para essa ação. 

Por isso, se você se interessou por nossas dicas sobre como melhorar a retenção de alunos no ensino superior, não deixe de conferir também o nosso artigo sobre como aproveitar estratégias EaD em tempos de isolamento social! 

Enade 2020: fotográfia muito próxima de uma pessoa segurando uma caneta e fazendo uma prova.

Tudo o que você precisa saber sobre o Enade 2020

Sua instituição está atenta aos processos do Enade 2020? Conforme divulgado em julho por Alexandre Lopes, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a prova deve ocorrer em 2021, com data a ser divulgada. 

Realizado anualmente, o Enade avalia: 

  • o rendimento dos concluintes dos cursos de graduação em relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares de cada curso; 
  • o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias ao aprofundamento da formação geral e profissional; 
  • o nível de atualização dos estudantes com relação à realidade brasileira e mundial. 

A cada edição, o MEC determina um grupo de cursos a ser avaliado. São três subdivisões denominadas de Ano I, II e III do Ciclo Avaliativo 

Na edição de 2020, que ocorrerá em 2021 devido à pandemia, será a vez do Ano II. Segundo a normativa do próprio exame, cada curso não pode ficar mais do que três anos sem ser avaliado.  

A lista de cursos avaliados bem como cronogramas de inscrição e realização de cada etapa podem ser conferidas no site do Inep na aba referente ao Enade. Lá você também encontra as diretrizes empregadas na prova, procedimentos técnicos e responsabilidades da IES. 

Confira, agora, algumas informações importantes sobre a próxima edição do Enade! 

Quais serão os cursos avaliados no Enade 2020? 

Este ano serão avaliados 10 cursos de bacharel, 17 de licenciatura e três tecnológicos. Confira a lista completa abaixo: 

Grau de bacharelado 

  • Ciências da computação 
  • Ciências biológicas 
  • Ciências sociais 
  • Design 
  • Educação física 
  • Filosofia 
  • Geografia 
  • História 
  • Química 
  • Sistemas de informação 

Grau de licenciatura 

  • Artes visuais 
  • Ciências da computação 
  • Ciências biológicas 
  • Ciências sociais 
  • Educação física 
  • Filosofia 
  • Física 
  • Geografia 
  • História 
  • Letras – inglês 
  • Letras – português 
  • Letras – português e espanhol 
  • Letras – português e inglês 
  • Matemática
  • Música 
  • Pedagogia 
  • Química 

Grau de tecnólogo 

  • Tecnologia em análise e desenvolvimento de sistemas 
  • Tecnologia em gestão da tecnologia da informação 
  • Tecnologia em redes de computadores 

Vale lembrar que a participação dos alunos egressos desses cursos é obrigatória e responsabilidade de inscrição de cada um é da instituição de ensino.  

Quem são os egressos? 

São considerados alunos egressos do bacharelado e licenciatura aqueles que integralizaram 80% ou mais da carga horária mínima do currículo até o último dia do período de retificação de inscrições do Enade da respectiva edição ou tem previsão de integralização de 100% até julho do ano seguinte.  

Já os egressos de graus tecnólogos são aqueles que integralizaram 75% ou mais da carga horária mínima do currículo até o último dia do período de retificação de inscrições do Enade da respectiva edição ou tem previsão de integralização de 100% até dezembro do mesmo ano.  

Fique atento! A não inscrição ou não participação do aluno no Exame acarreta penalidades para o estudante, que não obtém seu diploma, e para a IES, que pode receber sansões e impedimentos legais. 

Como funciona a prova? 

Composta por quarenta questões, a prova tem duração de até quatro horas. A avaliação traz exercícios envolvendo situações-problema e estudos de casos e é subdividida em duas partes: 

Formação geral 

São 10 questões (25%), sendo 2 questões discursivas e 8 de múltipla escolha. 

Essa etapa aborda princípios dos Direitos Humanos. As questões discursivas têm como objetivo avaliar aspectos como clareza, coerência, coesão, estratégias argumentativas, utilização de vocabulário adequado e utilização correta da gramática. 

Específica da área 

São 30 questões (75%), sendo 3 discursivas e 27 de múltipla escolha. 

Essa etapa aborda conteúdos programáticos obrigatórios específicos de cada curso e tem como objetivo avaliar o aprendizado e apreensão do aluno sobre esses conceitos e práticas ao longo de sua trajetória acadêmica.  

Os tópicos de avaliação específica de cada área podem ser encontrados nas portarias específicas de cada curso compartilhadas no site do Inep. 

Qual é o modelo de questão Enade? 

Oficialmente não existe nenhuma normativa que aponte para um modelo de questão Enade. No entanto, ano a ano, a prova apresenta as mesmas estruturas e é possível observar que ela mantém forte tendência no que diz respeito estruturas estratégicas 

Os exames apresentam comumente 4 modelos de questões – são elas: complementação simples, complementação múltipla, interpretação e asserção-razão – compostas, por sua vez, de 3 macroestruturas – texto base, enunciado e alternativas. 

Entenda melhor cada uma dessas formatações: 

Complementação simples 

Nesse tipo de item, as alternativas dão continuidade ao texto do enunciado. Tem-se uma informação incompleta que deve ser complementada com o texto de uma das alternativas 

Complementação múltipla 

Esse modelo é composto por três ou quatro afirmações, propostas conforme a situação-estímulo do enunciado.  

Nele o aluno deverá identificar dentre as asserções quais são verdadeiras, partindo, sempre, da análise individual. Nesse caso as alternativas serão dispostas como “I, II e III.” ou “II e III apenas.”, por exemplo.   

Interpretação 

Nesse tipo de item é exigido a efetiva interpretação do aluno perante dados e elementos que são oferecidos no texto base para resolução do enunciado. Faz-se uso de quadros, tabelas e gráficos, por exemplo.   

Asserção-razão 

Esse modelo demanda a análise de relações. Diante de 2 asserções, o aluno deverá analisar cada uma individualmente e comparativamente. Analisa-se a veracidade de cada asserção e, em seguida, o aluno deverá avaliar se há uma relação de causalidade entre elas. 

Como preparar sua IES para o Enade 2020? 

Uma IES bem preparada sabe que um bom desempenho no Enade 2020 depende de ações continuadas ao longo do ano e não às vésperas da prova.  

O sucesso de uma instituição no exame demanda que ela promova engajamento e conscientização dos alunos, envolvimento da equipe administrativa e corpo docente, realização de simulados e produção de diagnósticos para avaliação de desempenho, conteúdos e mapeamento dos alunos envolvidos. 

Para alcançar todas essas etapas do processo de preparação para a prova sem sobrecarregar a equipe administrativa e professores, a automatização desses processos é altamente recomendada.  

Solução Enade, da Saraiva Educação, vai te proporcionar não só um amplo banco de questões originais seguindo o padrão específico do modelo de questão Enade, como também vai fornecer para a gestão previsibilidade e diagnósticos precisos 

A interação pela plataforma também potencializa o engajamento dos alunos, que recebem acesso a uma forma mais leve e dinâmica de interação com os conteúdos. 

Vale ressaltar que a Solução ENADE retroalimenta o processo de aprendizagem dos alunos, pois traz questões elaboradas de acordo com a taxonomia de objetivos educacionais de Bloom – estimulando o pensamento crítico, desenvolvendo habilidades e competências esperadas do egresso.  

Portanto, os itens disponibilizados por meio desta plataforma servem também como validação do desenvolvimento do estudante. 

Quer conhecer melhor a a Solução Enade e preparar a sua IES para alcançar um excelente desempenho no Enade 2020? Cadastre-se gratuitamente para falar com um de nossos especialistas! 

O que é e como aumentar a nota no Enade da sua IES

A nota no Enade é um dos principais componentes utilizados pelo MEC para atribuir o Conceito Preliminar de Curso (CPC). Esse, por sua vez, é utilizado não só como forma de avaliação por parte do governo a respeito da qualidade dos cursos, mas também pelo mercado de trabalho 

Consequentemente, influencia potenciais alunos no momento da escolha de qual IES ingressar.  

Uma instituição reconhecida em qualidade de ensino proporciona destaque aos profissionais que forma e, por conseguinte, atrai mais alunos que buscam o sucesso. Por isso manter bons resultados no Enade é fundamental. 

Vale lembrar ainda que, com conceitos baixos no CPC, uma IES pode receber sansões do governo, inclusive a suspensão da abertura de novas vagas e fechamento de cursos. 

Por tudo isso, gestor, não descuide da sua nota no Enade! 

Uma instituição bem sucedida não prepara apenas seus alunos, mas também seus professores para essa avaliação. Uma boa nota no Enade envolve diversos fatores, vamos trabalhar aqui alguns fundamentais para que a sua IES obtenha sucesso nos resultados. 

O que é a nota no Enade? 

A nota no Enade é a pontuação alcançada por determinado curso em uma IES de acordo com o desempenho de seus alunos no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). 

Como já apontamos acima, essindicador compõe o CPC, podendo impactar desde a a captação de novos alunos até a continuação do curso. 

Como melhorar a nota Enade? 

O primeiro grande desafio da IES é convencer o aluno de que obter um bom desempenho no Enade é importante. Como ele visa a avaliação da Instituição e não de cada aluno individualmente, pode gerar desinteresse ou descompromisso, por parte do aluno, com essa obrigação.  

Por mais que o estudante tenha a exigência legal, por parte do governo, de comparecer ao Exame para receber seu diploma, essa obtenção não está associada ao seu desempenho na prova, somente com a presença 

Desse modonão é incomum ouvirmos relatos de alunos que comparecem ao Exame apenas para “assinar a lista de presença” e não se comprometem com os resultados. 

Como, então, solucionar essa demanda? É possível a IES engajar seus alunos e preparar a instituição para o Enade?  

Sim é possível, mas esse processo não acontece no mês que antecede a prova, ele deve fazer parte da rotina diária da instituição.  

Como fazer? Vamos lá! 

1. Conscientize e promova a boa comunicação com os alunos desde o início do curso 

Para um Enade bem sucedido, é importante que o assunto faça parte da abordagem cotidiana do currículo, além de que o aluno seja familiarizado com o conceito e as importâncias do mecanismo de avaliação desde a sua entrada no curso.  

Imagina a desagradável surpresa, e potencial revolta, de um aluno que está se formando e descobre que só poderá obter seu diploma se for realizar uma prova que mede a qualidade da instituição – e não lhe traz qualquer ganho direto pessoal – em pleno final de semana do final do semestre? 

Uma boa comunicação entre Instituição e aluno é importante não só para explicar questões como essa, como para gerar vínculo. Se o aluno se sente escutado e auxiliado pela IES ao longo do curso, ele desenvolve sua confiança na instituição, o que gera sensações de pertencimento e orgulho que vão potencializar seu empenho quando o momento da prova chegar. 

2. Engaje os professores e equipe 

Não só os alunos devem estar conscientes de todo o processo Enade como também a equipe que movimenta a rotina da instituição.  

De técnicos do setor administrativo aos professores, todos devem saber como funciona e a importância da nota no Enade para o sucesso da IES.  

Um profissional da secretaria, por exemplo, deve estar preparado para responder qualquer dúvida que possa chegar por parte dos alunosum professor deve se preocupar com o bom desempenho em suas disciplinas e a própria gestão tem de estar bastante consciente para buscar sempre soluções que facilitem a rotina da equipe para que possam estar mais engajados e solícitos aos alunos.  

3. Proporcione recompensas, reconhecimento e auxílios 

Proporcionar a valorização do aluno que tem bons desempenhos no ENADE e conceder auxílios como transporte e lanche no dia da prova também são interessantes e estimulantes. Afinal, o Exame é realizado no final de semana, demanda deslocamento até o local de prova e tem longa duração. 

O caminho para essa valorização pode passar por diversos recursos, desde uma celebração de agradecimento até benefícios como créditos extras ou descontos em programas de pós-graduação ou matrícula (para os que estiverem ingressando) no caso de bons desempenhos. 

4. Realize simulados 

A preparação continuada é fundamental para obter uma boa nota no EnadePorém, métodos intensivos normalmente criam tensões e rejeição dos alunos ao exame.  

Por isso, realize simulados ao longo do curso e não só ao final. Além de ser uma ótima preparação para o Enade, os resultados também servirão de parâmetro para a gestão da IES avaliar o desempenho de suas metodologias e corpo docente. 

Com o auxílio das ferramentas corretas, a IES pode até prever seus resultados por meio dsimulados e corrigir possíveis falhas. 

5. Faça uso de tecnologias e ferramentas digitais 

A realidade do jovem hoje é pautada pela conexão constante com a interface digital. Celulares, tablets e computadores não devem (há muito tempo) ser encarados apenas como distratores. Eles podem ser o diferencial ou a chave do sucesso para que a IES alcance maior engajamento e uma melhor nota Enade. 

 A IES pode utilizar desses meios para oferecer formas mais leves de envolver o aluno com o Enade, além de encaminhar e conduzir conteúdos, dicas, exercícios e simulados online. 

tecnologia pode ser ainda ser forte aliada para não sobrecarregar os professores ou equipe com as demandas Enade, uma vez que elas envolvem muitos conteúdos e formatos de questão específicos. 

6. Automatize processos 

Atualmente, existem disponíveis ferramentas e plataformas virtuais que auxiliam na automatização dos processos, fornecendo simulados e exercícios de acordo com o Modelo de Questão Enade. Algumas disponibilizam tanto questões originais como fornecem acesso a banco de dados de questões antigas. 

Além de aumentar o engajamento dos alunos e aliviar a carga de trabalho dos professores, a automatização desses processos auxilia a gestão da IES prevendo resultados da nota Enade e fornecendo diagnósticos que permitem a avaliação de desempenho de sua instituição ao longo do ano.  

É possível também obter diagnósticos de engajamento dos alunos. Com esses dados e tempo hábil, é possível a instituição mapear e corrigir falhas metodológicas ou de conteúdo e intensificar ou mudar abordagens com os alunos para garantir o sucesso no Enade. 

Agora você já tem todas as dicas que precisa para aumentar a nota no Enade e obter o sucesso em sua IES, certo? Aproveite para assistir a gravação do nosso webinar sobre a importância do diagnóstico para orientar intervenções pedagógicas na IES para o Enade! 

Como lidar com as mudanças no ensino geradas pelo Covid-19: fotografia de uma formanda fazendo a sua colação de grau online.

Como lidar com as mudanças no ensino geradas pelo Covid-19: dicas para deixar a sua IES preparada

As mudanças que a Pandemia de Covid-19, decretada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) no dia 11 de março, trouxeram às nossas rotinas pode ser qualificada de diversas formas, mas não como banal.  

Todos os setores da sociedade foram impostos a uma transformação bruta e repentina e a reação mais comum que seria ficar paralisado foi rapidamente substituída por uma inesperada capacidade de adaptação e resiliência resultando em cada vez mais avanços e novas formas de lidar com a realidade.  

Uma constatação, no entanto, também já é fato, os avanços tecnológicos em diversos setores e novas maneiras de comunicação digital que já sinalizavam ser o caminho futuro foram aceleradas e tomaram a frente dos processos. Isso aconteceu em diversos setores e na Educação não foi diferente. Afinal, como lidar com as mudanças no ensino geradas pelo Covid-19? 

O fortalecimento das estratégias online já vinha sendo discutido amplamente no setor não só nas questões de marketing e vendas, mas também no processo educacional como ponto chave para a retenção dos alunos.  

Porém, agora esse aspecto atingiu um ponto irreversível, os modos de produção da Educação estão para sempre transformadosAs bases de representação da atuação educacional foram profundamente abaladas e obrigou o setor a reagir rapidamente, acompanhando de modo acelerado a transformação tecnológica que já estava na sociedade. 

As IES que já vinham investindo por esses caminhos acabaram por tomar a dianteira dessas transformações, ao mesmo tempo os questionamentos e demandas de melhoria sobre esse sistema aumentaram por ele ter se tornado foco de inúmeros debates sociais.  

Por isso quem já avançava no caminho tecnológico precisa rever aprimorar suas metodologias e quem ainda resistia precisa estar disposto a transformação 

No artigo de hoje, você verá dicas que te ajudarão a entender como lidar com as mudanças exigidas pela pandemia a partir de uma série de questionamentos que estão sendo levantados por professores e gestores educacionais. Siga na leitura para saber mais! 

Como uma IES pode se preparar para ensinar e apoiar os alunos remotamente?  

Essa é uma dúvida comum. Portanto, vamos abordar algumas ferramentas e ações que podem ser tomadas em sua IES! 

1. Utilizando  ferramentas digitais e EAD 

Apesar de óbvio e já amplamente discutido, não podemos deixar de colocar em primeiro lugar o uso de tecnologias digitais para o ensino EAD neste momento. No entanto, vale a ressalva e reflexão de como esses meios estão sendo utilizados.  

As IES estão dispostas de fato a utilizar as potencialidades desses recursos ou os enxergam apenas como maneira de viabilização da reprodução de aulas que antes eram realizadas de modo presencial?  

É preciso que as IES tomem consciência e ajam no sentido de adaptar seu ensino para as plataformas digitais e não só reproduzir o que era feito em sala de aula.  

Quais são as demandas que o EAD gera e quais ela soluciona? Vamos discutir isso um pouco mais nos próximos tópicos. 

2. Capacitando e equipando os professores 

Por mais que o tempo ainda seja curto para capacitações aprofundadas é necessário que a IES capacite minimamente o seu professor para lidar com o universo das plataformas digitais e com a formatação do EAD. Do contrário, a IES terá professores desgastados e exaustos que, consequentemente, não podem exercitar o seu trabalho de lecionar com a qualidade antes alcançada. 

Portanto, se você busca saber como lidar com as mudanças no ensino geradas pelo Covid-19, não deixe de ter em mente: treinamentos que auxiliem no uso das ferramentas digitais, oferecimento de suporte técnico por parte da IES e até mesmo o fornecimento de equipamentos adequados são altamente desejáveis 

Um microfone com ruídos, por exemplo, torna a comunicação entre professor e alunos ruim e resulta em dispersão e perda de aprendizado por parte dos alunos, além do estresse para ambas as partes. 

É preciso, ainda, que a administração da IES e os professores avancem em discussões metodológicas que compreendam as necessidades específicas desse meio de comunicação digital.  

O processo de ensino, mais do que nunca, deve ser embasado no desenvolvimento de conteúdos e competências e não apenas no cumprimento de cargas horárias. O professor precisa ser não só um expositor de conhecimentos, mas um tutor para o aluno. Esse é um aspecto cada vez mais demandado que a maioria dos professores ainda não teve a oportunidade de absorver.  

É necessário que o professor acompanhe a trilha de formação de cada aluno e seja um dinamizador de seu conhecimento. É preciso que corpo docente e administração comecem a construir essa jornada de transformação metodológica. 

3. Recriando espaços férteis a compartilhamentos e debates 

É importante levar em consideração que, durante um processo de aprendizagem presencial, os alunos não aprendem só com os conhecimentos veiculados pelo professor durante a aula. O conhecimento surge também a partir das conversas entre os alunos, debates e compartilhamento de experiências.  

No entanto, essas trocas que, em um contexto presencial, acontecem naturalmente, em um ambiente virtual precisam ser provocadas. É necessário criar um ambiente onde essas relações e vínculos possam emergir. Para isso, a criação de fóruns, grupos de debates virtuais e outras atividades que incentivem essas relações de compartilhamento devem ser consideradas obrigatórias e passo fundamental dentro da metodologia do EAD. 

Como será a entrada de alunos póspandemia? 

Até o presente momento, o Inep anunciou, no dia 08 de julho, o adiamento do Enem para janeiro e fevereiro de 2021. No entanto, diante do contexto imprevisível que temos à frente, é interessante que as IES aprimorem possibilidades de entrada em suas instituições para além dos resultados do Exame Nacional do Ensino Médio e considerem alterações de datas do início do ano letivo. 

que muda no futuro das IES pós-pandemia? O que mudará no formato do ensino? 

Os impactos e transformações que já se mostram presentes hoje sobre a educação serão provavelmente maiores a longo prazo. O principal deles com certeza será de que a resistência à tecnologia foi vencida, teve de ser, e dificilmente esse é um passo que voltará atrás.  

Nesse cenário certamente as buscas pelo EAD devem aumentar.  

No entanto, curiosamente, a valorização de encontros presenciais também tende a crescerO que nos aponta para o desenvolvimento de um modelo híbrido de ensino: parte presencial, parte online (otimizando as relações que cada um desses contextos trás de mais produtivo).  

O que funciona bem com EAD tende a se tornar parte do ensino presencial, que reservará seus encontros para momentos realmente ricos e proveitosos. 

Outro aspecto que podemos refletir é que com a realidade de uma gestão desafiada e uma demanda por planejamento maior, potencializa-se que as IES elevem seu grau de qualidade. Inclusive, tentando solucionar questões que anteriormente não estavam tão evidenciadas e ganharam foco com os constantes debates realizados atualmente sobre os modos de ensino. Vale ressaltar que o olhar de quem busca pela educação também está sendo influenciado a mudar.  

Muitas pessoas que acreditavam que o ensino a distância funcionava com uma aula expositiva de vídeo começam a observar que não é bem assim. Sendo assim, a busca por instituições que provenham uma experiência mais completa tende a crescer. 

Algumas falhas comuns na transição para o EAD que serão evidenciadas e devem ser sanadas são, por exemplo: a falta de capacitação adequada dos professoresos planos de ensino e metodológicos defasados ao formato, os materiais didáticos limitados ignorando a multiplicidade dos recursos multimidiáticos, a falta de realização de dinâmicas de aprendizado que exploram a autonomia dos alunos ao invés da atual super utilização de exposições teóricas e até mesmo a subvalorização da interação entre pares como estratégia de aprendizagem. 

O momento para as IES é de planejamento do futuro e antecipação de ações. É preciso que a gestão da sua instituição seja parte ativa dessa transformação para que a sua IES não seja ultrapassada. 

Quais são as ferramentas para transformação da minha IES? 

Vale ressaltar, no entanto, que você não terá de inventar essas transformações do zero para a sua IES. Existem hoje plataformas e ferramentas já em funcionamento que potencializam essa transição, duas delas são a Saraiva Soluções em Aprendizagem (SSA) e a Biblioteca Digital Saraiva (BDS). 

A SSA é uma ferramenta de apoio à leitura, estudo e aprendizagem para os cursos de Direito, Administração, Ciências Contábeis e Tecnológicos na área de Gestão. Apresenta um conjunto estruturado de atividades de aprendizagem aderentes às ementas dos respectivos cursos em um ambiente virtual. Além de desenvolverem habilidades previstas nas DCNs de cada curso, elas são escolhidas de acordo com a ementa de sua instituição. 

Já a BDS coloca à disposição seu catálogo de obras digitais com mais de 1.860 títulos voltados para o nível superior e técnico, elaborados por especialistas e professores das mais conceituadas universidades do Brasil e do mundo.  

Referência no setor de conteúdo educacional no Brasil, a Saraiva se destaca nos segmentos de publicações universitárias voltadas para as áreas do Direito e disciplinas de Administração, Economia, Contabilidade e Marketing, além de atuar na área de Negócios publicando títulos sobre Finanças Pessoais, Desenvolvimento Profissional, Carreira, Liderança, Gestão de Pessoas e Investimento em Ações. 

Já quer colocar em prática as nossas dicas sobre como lidar com as mudanças no ensino geradas pelo Covid-19? Fale agora com um de nossos especialistas e saiba como deixar a sua IES preparada!